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Esportes
1ª batalha

Equipe do 3B faz primeira 'decisão' contra Minas Icesp-DF pelo acesso à Série A1

Com a ajuda da artilheira do Brasileirão Feminino, Luana Spindler, a Fera da Amazônia encara as "Minas" do Distrito Federal no jogo de ida das semifinais da competição 23/06/2018 às 17:37 - Atualizado em 24/06/2018 às 09:13
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Com dez gols no torneio, Luana é a esperança de vitória do 3B em Brasília (Foto: Márcio Silva)
Denir Simplício Manaus (AM)

Depois de marcar território na capital amazonense, é a vez da Fera da Amazônia “meter o terror” na capital federal. Neste domingo, às 14h (de Manaus), no estádio Maria Abadia, o “Abadião”, em Ceilândia (cidade satélite de Brasília), a equipe do 3B encara o Minas Icesp-DF, pelo jogo de ida das semifinais do Brasileirão da Série A2.

O duelo da Fera com as “Minas” (apelido do Minas Icesp) é o primeiro na luta por uma vaga na elite do futebol feminino no País. O técnico Sérgio Duarte comentou sobre a responsabilidade de sua equipe em Brasília. 

“O grupo está consciente da responsabilidade do que serão esses dois jogos. A gente respeita o adversário, mas vamos lá pra conseguir um resultado positivo pra que, no segundo jogo aqui em Manaus, a gente tenha uma maior tranquilidade”, salientou Duarte.

Para o jogo contra o Minas Icesp, o técnico da Fera vai contar com o retorno da chilena Paloma. A meia, que estava com a seleção do Chile, volta para compor o setor de criatividade da equipe. Sérgio Duarte comentou que espera um jogo equilibrado, mas que vai pra cima do adversário em busca de mais uma vitória a competição.

“O 3B está bem. Claro que temos de tomar algumas precauções, mas tenho salientado pras jogadoras que em momento algum a gente vai deixar de tomar a iniciativa atacante. Vamos procurar ser bem agudos, principalmente na parte da frente”, pontuou o treinador.

A letra ‘A’ do seu nome

Uma letra e tantos significados. “A” de artilharia, “A” de Adriana ou ainda, “A” de elite do futebol feminino brasileiro. Muitos se perguntam, mas poucos sabem porque a atacante Luana Spindler, 26, comemora seus gols fazendo a letra A com os dedos.

Artilheira máxima da Série A2, com dez gols, a gaúcha explica a comemoração. “Minha mãe se chama Adriana e é uma das pessoas que eu mais amo. Então toda a vez que faço o A é em homenagem a ela”, conta Luana afirmando que, apesar da ótima fase, já esteve melhor em campo. 

“Estou tendo as oportunidades  e estou conseguindo definir. Eu diria que em uma melhor fase junto com o time estou podendo ajudar. Mas individualmente, acredito que já tive fases melhores. Hoje, me vejo mais satisfeita por estar contribuindo com o time mais do que em mérito pessoal”, afirmou.

No futebol desde os 11 anos, Luana “estourou” pro esporte ao 17,  durante a disputa do Paulistão. Foi contratada pelo São José-SP, passou pelo Rio Preto-SP, Francana-SP, Kindermann-SC, além de jogar na Coreia do Sul, Espanha e China. Agora no 3B, a atacante sabe que um empate em Brasília não é bem vindo, mas ela quer mais.

“Diria que um empate dentro da casa delas não é um resultado ruim, mas acredito que temos time e capacidade para brigar pela vitória, dentro da casa delas e dentro da nossa também. E vamos jogar para vencer ambas”, declarou a artilheira. 

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