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Espanha X Taiti: Um verdadeiro massacre de dimensões é realizado nesta quinta-feira (20)

Com reservas, a poderosa Espanha encara os azarões da competição prometendo não ter piedade. Taitianos descartam retranca no Maracanã 20/06/2013 às 11:28
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Seleção do Taiti promete ousar no jogo desta quinta-feira (20)
acritica.com ---

A atual campeã mundial, país com uma das ligas nacionais mais fortes do planeta, contra uma seleção que só foi apresentada ao futebol há pouco mais de uma década. O abismo que separa Espanha e Taiti é imensurável. O que promete fazer do duelo desta quinta-feira (20), a partir das 15h (de Manaus), no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, um verdadeiro massacre de dimensões jamais vistas em uma competição do porte da Copa das Confederações.

Os espanhóis vão atuar com a sua segunda força, mesmo assim o carioca verá em campo jogadores do quilate de Victor Valdés, Sergio Ramos, David Silva e Juan Mata. Do outro lado, uma equipe formada por eletricistas, entregadores, catadores de coco e desempregados. É impossível imaginar algo que não um verdadeiro baile. É possível imaginar que os taitianos só vão tocar na bola quando forem cobrar tiros de meta.

Como ninguém ganha de véspera, o discurso dos espanhóis não foi outro que o do respeito ao adversário, que não se pode menosprezar nenhuma seleção e que será preciso jogar com seriedade e concentração os 90 minutos. Exatamente o que pode ser o problema para o humilde time da Polinésia Francesa. “Jamais vou pedir isso a meus jogadores (para aliviar). Primeiro temos que pensar em vencer e quanto mais gols fizermos melhor. Isso é a verdadeira demonstração de respeito”, disse o técnico Vicente Del Bosque.

Taiti sem retranca

A maior ilha do Taiti tem 150 mil pessoas. Nesta quinta-feira, os taitianos vão jogar para mais de 70 mil torcedores no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. O time quase todo amador (oito desempregados e só um jogador profissional) espera ter do torcedor carioca a mesma acolhida que recebeu do mineiro, na derrota para a Nigéria por 6 a 1. E o técnico Eddy Etaeta deu o recado: “Não estou aqui para jogar fechado”. O simpático técnico taitiano admitiu ser impossível uma vitória sobre a Espanha.

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