Publicidade
Esportes
Série D

'Faltou tempo’ Benazzi fala o que faltou para a classificação ser mais cedo

Precisando vencer, o técnico Vagner Benazzi fala o que faltou para Naça estar mais tranquilo na última rodada 12/07/2016 às 22:13 - Atualizado em 12/07/2016 às 22:41
Show show benazzi
Para Benazzi, o tempo de preparação pesou no desempenho do time (Foto: Antônio Lima)
Camila Leonel Manaus (AM)

Noventa minutos, esse é o tempo que o Nacional terá para decidir o seu futuro na Série D. O time entrará em campo no próximo domingo (17), às 18h contra o Genus e precisa vencer se quiser sonhar com a vaga para a segunda fase da competição. Enquanto o juiz não apita o início do jogo, o Naça aproveita a semana para se preparar.

O plantel se reapresentou na manhã de ontem e treinou em dois períodos no CT Barbosa Filho. Os titulares da partida contra o Atlético do Acre fizeram uma trabalho à parte, enquanto os jogadores participaram de um rachão.

Na semana do jogo que vale a sobrevivência do Naça, a ordem é aproveitar cada minuto e se manter concentrado para o jogo.

“A gente está trabalhando a equipe dois períodos. Trabalhando de manhã e de tarde, ficando no clube depois do almoço. Focando mesmo nessa partida porque é o que nos resta para chegar na classificação”, disse o treinador Vagner Benazzi.

O treinador relembrou o jogo da sua equipe contra o Genus, em que o time foi derrotado após um gol marcado aos 37 minutos do segundo tempo e disse que, jogando em casa, é questão de honra fazer uma boa partida e vencer.

“Aqui é o nosso campo e aqui vamos ter que honrar isso por isso que, nas conversas antes do treinamento, existem as conversas. Tudo isso visando a partida de domingo quando a gente vai enfrentar o Genus. É questão de honra ter essa vitória. Temos um bom time. Então, a gente tá  buscando logicamente uma boa vitória nesse domingo. O Nacional está merecendo isso e a gente está trabalhando o dia-a-dia para acertar os planos que não estavam dando certo”, explicou.

Mas só a vitória não basta ao Nacional. Com cinco pontos, o time amazonense é o terceiro colocado no grupo A1 e tem dois pontos a menos que o Genus, rival de domingo. A liderança é do Atlético do Acre, que tem 11. Sendo assim, o time precisa vencer o Genus para chegar a oito pontos e ultrapassar o rival, porém, só os 15 melhores segundos colocados se classificam.

O zagueiro Luís Henrique mencionou que além da boa atuação, o pensamento positivo vai ser importante no domingo.

“A gente sabe da situação do time. É uma situação complicada, não depende só de nós. Estamos com um pensamento que com a vitória, os resultados vão ajudar a gente no final”.

“Essa é a pior parte (torcer por uma combinação de resultados favoráveis). Acho que dentro de campo vai sair a vitória, mas não depende só de nós, mas a gente vem trabalhando e se a gente passar é outro campeonato”, disse.

Três perguntas para Vagner Benazzi

1. O que faltou ao Nacional para chegar nessa última rodada em uma situação mais confortável?

Faltou tempo. Quando me trouxeram para cá, cheguei  e aguardando chegar jogadores de 10 em 10 dias e esse tempo foi diminuindo para a gente fazer os treinos dentro de campo. Demorando, nós ficamos para trás de equipes que estão três, quatro anos  jogando juntos .

2. Que resultado foi mais prejudicial para o Nacional?

Tudo começou quando nós fizemos o primeiro jogo lá fora contra o Genus eles e tomamos um gol. Aqueles três pontos ficaram “bodando”. Hoje nós estamos com cinco e eles com sete  e a gente pode passá-los, a meta é essa, saber jogar contra eles .

3. Você tem conversado para o time não entrar tão desligado como contra o Atlético do Acre, no jogo em Manaus?

Não foi desligado. A gente tomou a bola, trabalhou a bola, mas quando a bola era deles, ninguém deu uma trombada para desarmar o adversário.

Publicidade
Publicidade