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Fast e Nacional empatam na Arena da Amazônia e Tricolor segue líder

O Rolo Compressor chega a 26 pontos e segue na liderança. Já o Nacional confirma, matematicamente, pelo menos a segunda posição do torneio 12/10/2016 às 19:37 - Atualizado em 12/10/2016 às 19:41
Valter Cardoso Manaus

No clássico Pai e Filho, líder e vice líder do campeonato não conseguiram sair do zero em jogo de poucas chances de ambos os lados. Com o resultado, o Fast chega a 26 pontos e segue na liderança do Campeonato Amazonense, dois pontos acima do Leão da Vila. Já o Nacional confirma, matematicamente, pelo menos a segunda posição do torneio, com chances de assumir a ponta da tabela na ultima rodada.

Na próxima rodada, no sábado (15), o Fast enfrenta o Rio Negro e o Nacional joga contra o Princesa do Solimões.

O jogo
A primeira chance da partida foi do Rolo Compressor, logo aos dois minutos. Charles disputou bola pelo alto, a bola sobrou dentro da área, mas nenhum outro jogador do Fast conseguiu finalizar ao gol defendido por Raphael Barrios.

O time seguia com mais posse de bola e coordenando as jogadas ofensivas nos minutos iniciais da partida. O primeiro lance de perigo do Leão veio apenas aos 14 minutos, em rápido contra-ataque puxado por Charles, que passou por Jack Chan até chegar em Hércules que finalizou para uma grande defesa de Sucuri.

Um minutos depois, quem levou perigo foi o Fast. Após rápida troca de passes, Cassiano finalizou livre, em cima do goleiro do Nacional e perdeu grande chance.

Aos 26 minutos, em cobrança de falta na lateral, o meia Charles, do Nacional, levantou a bola na área. O goleiro Sucuri saiu mal do gol e Spiders tirou a bola em cima da linha. 

Aos poucos o Nacional passava a pressionar mais a saída de bola e o Fast se afastava da meta do adversário. O time só encontrava espaço pelas laterais do campo e buscava as jogadas de linha de fundo.

Apesar dos minutos finais  da primeira etapa terem mais espaço de ambos os lados, nenhum dos dois times conseguiu abrir o placar.

Na segunda etapa o jogo perdeu em velocidade e em emoção. Nenhum dos times criava lances de perigo. O lance mas perigoso aconteceu aos 31 minutos em duas finalizações de Emerson Martins, uma parou na zaga e a outra no peito do goleiro Raphael Barrios.

Com as substituições do técnico João Carlos Cavalo, o Tricolor de Aço adotou uma postura mais ofensiva e passou a buscar mais o gol. Aos 39 outra chance, André Luis cruzou com perigo e o goleiro do Nacional não conseguiu afastar a bola de primeira, após bate e rebate dentro da área, a zaga nacionalina tirou o perigo.

A resposta do Nacional veio aos 42, quando Leandro arriscou de fora da área e exigiu bela defesa de Edmar Sucuri. Foi o último lance de perigo da partida.                        

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