Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
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DNA DE CRAQUE

Filho de Marquinhos Pitter brilha na base do Operário e já acumula títulos

Aos 14 anos, Marcos Kauê começa a trilhar os mesmos passos do pai, o técnico e ex-jogador Marquinhos Pitter, nos gramados


07/04/2019 às 14:24

Marcos Francisco Bastos Alexandre, o Marquinhos Pitter, definitivamente já é um nome consolidado no futebol amazonense. O ex-lateral de Princesa do Solimões, Nacional, Rio Negro e São Raimundo garantiu seu lugar na história do esporte baré não apenas dentro de campo, como fora dele enquanto treinador. Agora, o filho é quem tenta seguir os mesmo passos, Marcos Kauê, de apenas 14 anos, que já soma dois títulos de base com Operário, de Manacapuru.

As posições podem até ser diferentes. Marquinhos atuava na lateral, enquanto o filho optou pelo meio de campo e joga até na zaga, mas o caminho já mostra semelhanças. “Como amador eu comecei no Operário, não cheguei a jogar profissionalmente porque naquela época não tinha, mas comecei a carreira lá sim e como treinador eu comecei lá também. No meu primeiro ano quem me deu oportunidade foi o Beto (Ferreira, presidente do Operário), que veio aqui na minha casa, pediu e eu fui lá. Eu agradeço muito a ele e ao Operário por terem me dado esta oportunidade e, graças a Deus, eu evoluí e estou buscando meu espaço aos poucos”, lembrou Marquinhos, que também falou da emoção ao ver o filho no mesmo clube em que iniciou. “Ele dizia para mim que queria ser atleta, queria ser jogador de futebol, que se orgulhava da minha história e aquilo me deixou muito emocionado. Aí eu comecei a treiná-lo. Eu ia para o estádio 8h treinar e, graças a Deus, ele foi evoluindo e com 14 anos já foi campeão pelo clube onde eu comecei a minha carreira”, completou o treinador.

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O ‘treinamento particular’ começou quando Kauê tinha apenas 12 anos, quando o pai começou a ensinar ao filho os fundamentos básicos do futebol e passando, cada vez mais a paixão pelo esporte que, ironicamente, não esteve sempre presente no novo jogador. “Eu me inspirei nele. Antes eu nem gostava de futebol aí eu via os vídeos dele, via ele como treinador e comecei a gostar. Aí comecei a jogar com os dez anos e jogo bola até hoje”, revelou Marcos Kauê, ainda de poucas palavras.

Treinador do Princesa do Solimões, Marquinhos é conhecido por ser exigente com os jogadores, mas quando o assunto é o filho a exigência é também preocupação, não apenas com o que acontece dentro de campo, mas pelo futuro do filho como um todo. “Eu fico feliz, muito feliz mesmo. Conversei com ele, mas primeiro estou tentando formar um grande homem porque só assim ele vai conquistando espaço. Primeiro você tem que se organizar fora de campo e aos poucos ele vai evoluindo, conquistando o espaço dele”, concluiu, orgulhoso o treinador, ídolo e pai de Marcos Kauê.

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