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Fininho é o único jogador do Nacional que participou das 18 partidas do clube na primeira fase

Essencial nas 18 partidas da “Maquinaça”, Fininho foi o único que não “caiu” no rodízio do experiente treinador Aderbal Lana 29/05/2015 às 22:12
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Fininho marcou na vitória contra o Rio Negro
Anderson Silva Manaus (AM)

Pela fé cristã, o único ser que tem a capacidade de estar em todos os lugares é Deus. Longe das comparações, o único “ser” presente em todos os jogos do Nacional, no Campeonato Amazonense, é o meia Fininho.

Essencial nas 18 partidas da “Maquinaça”, Fininho foi o único que não “caiu” no rodízio do experiente Lana. “Isso é devido a muito trabalho. Trabalhar com o Lana, sabendo que ele é um treinador que critica muito, e eu poder jogar todas as partidas é motivo de orgulho. É sinal que tudo que estamos fazendo está dando certo. Fazer 18 partidas num clube grande e conquistar 16 vitórias e ainda permanecer como titular é de se orgulhar”, diz.

A contínua permanência tem motivos. De acordo com Lana, o jogador possui qualidades técnicas fundamentais. “O Fininho é um bom jogador. Bate bem na bola, jogador técnico e isso conta a favor. Ele é um meia que se deu bem com o Charles em alguns momentos e tudo isso pesa. Além de ser um bom profissional”, parabenizou o jogador.

Bons números

Fininho possui um bom retrospecto entre os meias. Tem cinco gols e seis assistências. Charles, seu parceiro, tem nove gols e cinco assistências.

“A gente tem muitos jogadores de qualidade e o professor tem me dado muita liberdade e nos últimos jogos ele tem me cobrado para eu fazer o que gosto de fazer: driblar e chegar dentro da área. E colocar em prática para ajudar o grupo”, destacou o jogador.

Chegar às finais de campeonato, atuando em todos os jogos, e ainda por cima sem lesões, é fato para ser comemorado. O feito, no entanto, não é visto como sorte ou mero empirismo pelo jogador, que credita ao profissionalismo exercido fora e dentro das quatro linhas.

“Eu me considero muito profissional e me cobro muito. Me cuido, não tenho vícios e não perco sono. Tenho uma família que me apoia muito e sou muito feliz no que eu faço. Pelo fato de respeitar minha profissão eu, graças a Deus, tenho me dedicado bastante, espero que ainda venham mais coisas boas pra mim”, acredita o jogador, garantindo que passa um bom tempo  aprimorando os músculos com os fisioterapeutas do clube para não sofrer com o desgaste.

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