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Goleiro do Nacional Rodrigo Ramos quer time pra frente diante do Princesa

Prestes a jogar sua 20ª final de campeonato na carreira, experiente goleiro acredita que o time não deve se manter atrás e jogar "como jogou durante toda a competição" 17/06/2015 às 19:40
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Goleiro Rodrigo Ramos concedeu entrevista exclusiva ao CRAQUE
Felipe de Paula Manaus (AM)

Prestes a jogar sua 20ª final de campeonato na carreira, o goleiro do Nacional, Rodrigo Ramos, conversou com o CRAQUE antes da partida que decidirá o campeão amazonense de 2015 e elogiou o adversário Princesa do Solimões, “um time aguerrido”, contra o qual, segundo o experiente guarda-metas do Leão, é preciso decidir não só com os pés, ou no seu caso, com as mãos, mas também, e acima de tudo, com o coração.

“Decisão é um campeonato à parte. Tudo aquilo que a gente fez durante o campeonato de nada vai adiantar se não conquistarmos o título. O Princesa é uma equipe que se caracteriza pela garra, pela entrega de seus jogadores. Eu assisti à semifinal deles contra o Fast, em que precisavam fazer dois gols, exatamente como contra nós, e fizeram. Vi uma equipe muito aguerrida”, disse ele. “Às vezes também se decide com o coração”, acrescentou.

Com 12 títulos na carreira, inclusive um de campeão brasileiro invicto da Série D pelo Sampaio Correia, do Maranhão, em 2012, a experiência é um dos pontos forte deste jogador, que diz compartilhar com os companheiros mais jovens um pouco do que adquiriu nos anos de futebol, principalmente no que diz respeito à ansiedade que acomete os jogadores antes de partidas decisivas.

“A experiência nessa hora ajuda a conter a ansiedade, por isso a gente procura passar tranquilidade, principalmente para os jogadores mais jovens”, disse o “paredão” do Naça. Neste sábado, o jogo entre Nacional e Princesa do Solimões acontece na Arena da Amazônia, às 15h deste sábado, com transmissão ao vivo pela TV A Crítica.

1. Você já jogou 20 finais de campeonato, tendo ganhado 12. Qual a mais importante pra você até agora e o que isso pode agregar de experiência para essa final?

É verdade. Tive nove títulos pelo Sampaio (Correia, do Maranhão), dois pelo Palmas-TO e um pelo Imperatriz-MA, dos quais o mais importante foi o campeonato brasileiros de 2012, em que vencemos invictos, com 11 vitórias em 16 jogos. O que podemos agregar nesse momento é a tranquilidade que passamos para os jogadores, principalmente os mais jovens.

2. Com a vantagem que o Nacional tem, qual a postura que o time deve manter?

Temos que jogar como jogamos todos os jogos, administrar a vantagem de repente no finalzinho, com o jogo empatado. Mas no início do jogo, devemos jogar como sempre fizemos, somos uma equipe que cria bastante, que se defende bem. Não podemos cometer o erro do Fast na semifinal, que só se defendeu.

3. Até porque dessa maneira você vai ter que trabalhar mais né?

Verdade, se procurar  se defender, a tendência é que venha a gente trabalhar bastante. O que nós precisamos é fazer a defesa do Princesa trabalhar também.

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