Quarta-feira, 28 de Outubro de 2020
CENÁRIO

Governo aprova plano da CBF para volta de torcedores aos estádios

Até o momento nem a CBF nem o Ministério da Saúde informaram datas para a reabertura das arquibancadas



estadio-sem-publico_9B8B03AD-B49F-4B4C-BF92-75AE0644C83F.jpg Foto: Reprodução/Internet
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22/09/2020 às 18:03

São Paulo, Brasil | AFP | terça-feira 22/09/2020 - 17:53 UTC-4 | 307 palavras

O governo federal aprovou um plano que permite o retorno parcial dos torcedores aos estádios de futebol, mas sem definir data de retorno. 



"A abertura, em um primeiro momento, deve ser para até 30% da capacidade dos estádios, podendo ser aumentado posteriormente", afirmou o Ministério da Saúde em nota nesta terça-feira. 

O órgão tomou a decisão antes de um plano apresentado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para que os torcedores voltem às arquibancadas, de onde estão afastados desde março, quando as competições foram suspensas por conta da pandemia.

Para isso, os clubes e autoridades locais devem cumprir um protocolo que garanta a "saúde física e mental" de todos os envolvidos. 

Além disso, as autoridades deverão levar em consideração "a variação da curva epidemiológica, a taxa de ocupação de leitos clínicos e leitos de UTI e a capacidade de resposta da rede de atenção à saúde local e regional". 

 

Os torneios no país voltaram gradativamente desde junho, mas sem público.

A prefeitura do Rio de Janeiro autorizou na última sexta-feira que os torcedores voltem aos estádios a partir do dia 4 de outubro, quando Flamengo e Athletico Paranaense se enfrentam no Maracanã. 

A autorização, que exige um sinal verde da CBF, é para a entrada de 20 mil pessoas no local, número bem superior ao que já foi aprovado em estádios europeus. 

Até o momento nem a CBF nem o Ministério da Saúde informaram datas para a reabertura das arquibancadas.

Com 137.200 mortes, o Brasil é o segundo país com mais óbitos por covid-19, em números absolutos, atrás dos Estados Unidos, e é o terceiro em infecções (4,5 milhões), só superado pelos EUA e pela Índia. 

O presidente Jair Bolsonaro minimizou a pandemia e foi um crítico ferrenho das medidas de confinamento impostas por estados e grandes cidades, alegando seu impacto econômico.


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