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Hepta do Brasileiro, Marreco faz ‘ponte aérea’ em Manaus para treino visando Mundial de wake

Maior destaque do esporte no Brasil, Marreco pretende ficar entre os 10 melhores do mundo no wake e o clima quente do Amazonas e os amigos colaboram para a manutenção no TOP 10. 16/09/2015 às 11:20
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Marreco gosta de treinar em Manaus por conta do clima
Anderson Silva Manaus (AM)

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Poucos sabem, mas o maior rider de wakeboard do Brasil, Marcelo Giardi, o Marreco, é quase um ‘cidadão’ amazonense. Entre a cidade de origem, São Paulo, e uma viagem a trabalho para os Estados Unidos, o heptacampão brasileiro de Wake decidiu fazer a ‘ponte aérea’ mais uma vez em Manaus. O motivo: treinar nas águas quentes do rio Negro.

“Estava numa feira de Wake nos Estados Unidos, que mostra a linha 2016 de barcos e equipamentos. Estava treinando lá e aí decidi vir pra cá para treinar”, revelou atleta, que já morou em Manaus, na casa do rider Malagueta, por mais de um mês.

Mas a escolha de Manaus também tem um motivo importante: A preparação para a segunda etapa do Campeonato Mundial de Wakeboard, na China, já no final deste mês.

“Aqui é bem melhor. Sempre tenho condições boas, porque é calor o ano inteiro e sempre é liso  pra andar. A água é quente, dá outro ânimo. Pra mim, aqui é o melhor lugar para treinar. Tem sempre barco e nunca falta gente pra andar”, explicou.

Maior destaque do esporte no Brasil, Marreco pretende ficar entre os 10 melhores do mundo no wake e o clima quente do Amazonas e os amigos colaboram para a manutenção no TOP 10.

“Na primeira etapa do mundial, em março, na Austrália fiquei em décimo. Minha meta é sempre entrar na semifinal. São 24 atletas do mundo, sempre tem surpresas. É uma competição muito difícil. Os melhores de cada país estão lá e minha meta é estar na semifinal entre os dez”, destacou.

Na pilha da galera

O primeiro treino realizado, poucos depois de desembarcar em solo amazonense, não foi nada mal. O cansaço era evidente, mas foi superado na “marra” mesmo com uma chuvinha preguiçosa que ameaçou a saída da lancha da Marina Águas Claras, no Tarumã, Zona Oeste de Manaus.

Entre as constantes manobras e algumas quedas em busca de uma melhor performance, Marreco ganhava o incentivo dos amigos na lancha no primeiro dia do “rolezinho” nas águas do rio Negro.

“Fiz umas manobras que tenho acertado sempre, caí em algumas porque acabei de chegar de viagem. A que tentei e caí é a switch Pete Rose, que é um mortal pra trás com um 360, vindo de base trocada. Até acerto ela, mas não muito e hoje saiu. Da hora. Fora a galera que dá maior pilha, dá maior força e é bom vim prá cá”, comemorou o atleta que vai continuar treinando até a próxima sexta-feira.

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