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‘Imprevisíveis’: campeão do Australian Open, Bruno Soares acredita em chance de medalha

Tenista vencedor do Grand Slam australiano nas duplas disse que os Jogos são imprevisíveis e que existe chance de medalhar na Rio 2016. O mineiro crê na boa preparação do Brasil e no legado que os Jogos deixarão para o tênis brasileiro  03/02/2016 às 15:15
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Bruno Soares fala de chances de medalha nos Jogos do Rio.
Agência Brasil São Paulo (SP)

O tenista mineiro Bruno Soares disse nesta quarta-feira (3), na capital paulista, que prever os resultados do tênis brasileiro na Olimpíada 2016 é impossível, mas que o legado para o esporte certamente será muito importante.

Soares é uma das esperanças de medalha do esporte brasileiro e conquistou, em janeiro, a chave masculina de duplas do Aberto da Austrália, primeiro Grand Slam do ano, formando parceria com o britânico Jamie Murray. No mesmo torneio foi campeão nas duplas mistas, ao lado da russa Elena Vesnina. Além desses, Sores também venceu duas vezes o US Open, na categria duplas mistas (em 2012 e 2014).

“Coisas boas podem acontecer. Estamos nesse movimento para tentar que o Centro de Tênis fique para a nossa confederação, o que vai ser um passo muito grande para o desenvolvimento do esporte. A partir do momento que se tem um centro de tênis como aquele, as possibilidades de trabalho para o esporte aumentam absurdamente”, disse Soares.

O Centro Olímpico de Tênis integra o Centro Olímpico de Treinamento e terá 16 quadras em uma área de 9 hectares. Segundo informações da organização dos jogos no Rio de Janeiro, após o final dos jogos, nove quadras serão mantidas no COT.

Sobre as possibilidades de medalhas, o tenista destacou que tudo pode acontecer e que os brasileiros vão para a competição com esse objetivo, lidando com a pressão constante de jogar em uma Olimpíada no próprio país. “As Olimpíadas são imprevisíveis. Estamos jogando nosso melhor tênis e temos mais algum tempo de preparação e uma boa chance de medalha. Nós lidamos com a pressão constantemente e temos que encarar. As pessoas pressionam porque elas acreditam”, disse o atleta.



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