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Incentivador do jiu-jitsu no Amazonas, mestre Nonato Machado agora é faixa Coral

A graduação é concedida a mestres da modalidade que tenham contribuído ativamente para o esporte por mais de duas décadas. Ele recebeu a honraria das mãos do mestre Oswaldo Alves 11/12/2014 às 21:28
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Os mestres Oswaldo Alves e Nonato Machado
Anderson Silva Manaus (AM)

Um dos principais responsáveis pela “explosão” do jiu-jitsu no Amazonas e de revelar e formar lutadores, como José Aldo, para o esporte, que tem colocado o Estado no mais alto do pódio das competições pelo Brasil afora, o mestre Nonato Machado, 52, da academia Nova União, recebeu das mãos do mestre Oswaldo Alves a faixa coral. A graduação ocorreu durante a semana na Prefeitura de Manaus.

A graduação é dada a mestres do jiu-jitsu que tenham contribuído ativamente para o esporte por mais de duas décadas. “É uma honra e felicidade muito grande. Quem me conhece sabe que fiz muito pelo esporte. Fui um cara que alavanquei o jiu-jitsu aqui no Amazonas, montei a primeira federação e ainda legalizei e, junto com as federações do Rio de Janeiro e de Brasília fundamos a Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu. Sempre tive uma fatia muito importante não só no Estado, mas no Brasil”, afirmou o mestre.
Nonato é conhecido por ter “espalhado” o esporte pelo Amazonas.

“Passei a treinar e a tomar conta de academia. Amigos do Dom Pedro treinavam comigo, depois mais gente e o jiu-jitsu começou a ramificar no momento em que comecei. Ninguém pode tirar isso e quem fez o esporte crescer fui eu. De 1992 até 1999 o jiu-jitsu explodiu e ninguém mais queria treinar outro esporte, era só o jiu jitsu”, garantiu.

Professores e campeões

O mestre também se orgulha pela contribuição dada a inúmeros atletas e por ter formado professores de jiu-jitsu, entre competidores de renome.

“Formei vários professores e entre os lutadores estão o Marco Aurélio, o Loro, Alisson Melo, o Kiki, e o José Aldo que iniciou como aluno e eu que mandei ele para o Rio de Janeiro. Dei passagem, contribui com dinheiro, mas fiz isso com vários atletas também”, destacou o mestre, que utiliza o fator social no esporte.

“No jiu-jitsu sempre fiz um trabalho social. São jovens que tiramos das ruas e colocamos no esporte. Essa é a minha principal contribuição”, afirmou.

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