Publicidade
Esportes
OLHO NA VAGA

Iranduba empata com Urquiza e 'seca' Cerro Porteño para avançar na Libertadores

Duelo que terminou com dois gols de pênalti foi marcado por polêmicas da arbitragem. Hulk depende de resultado do jogo entre Cerro e Flor de Pátria para se classificar à 2ª fase 24/11/2018 às 20:49 - Atualizado em 24/11/2018 às 20:55
Show whatsapp image 2018 11 24 at 20.15.25 0c2e5996 cb4f 4651 ac73 f94ada9c51d6
Foto: Denir Simplício
Paulo André Nunes Manaus (AM)

Num jogo com requintes dramáticos de uma Taça Libertadores, em confronto Brasil e Argentina, o Iranduba empatou em 1 a 1 com o UAI Urquiza. O gol salvador da equipe amazonense aconteceu aos 53 minutos do 2º tempo, de pênalti, em cobrança de Raquel.

O time amazonense foi a 5 pontos e agora torce por um empate no duelo entre Cerro Porteño (PAR) e Flor de Pátria (VEN), que jogam ainda na noite hoje, para terminar em 1° do grupo C e ir para a semifinal da competição continental. Uma vitória simples das paraguaias ainda classifica o Hulk.

O jogo

Aos 6 minutos, Djeni chegou pela esquerda, deixou para a área  mas ninguém completou pelo Iranduba. Ludmila por pouco não aproveitou uma bobeira da goleira Solana Gabriela, que saiu da grande área e que, depois, se recuperou. Tudo aos 8 minutos.

O Iranduba era bem melhor quando, aos 14, Camilinha foi derrubada no canto direito da área. Em jogada ensaiada, Djeni chutou colocado para fora.

Só dava Iranduba. Aos 20, Andressa cruzou na cabeça de Raquel, que cabeceou para fora. Três mnutos depois, Andressinha cobrou na área, mas Ludmila não alcançou a bola, em bom lance do time amazonense.

Após o tempo técnico, aos 30, Raquel foi drrrubada por Adriana Maria; Andressinha cobrou "tirando tinta da trave" das argentinas.

Quando chegou, o Urquiza levou perigo. Aoss 34, Karen Venica sentiu confiança e bateu forte, para difícil defesa de Maike, espalmando para o lado.

O segundo tempo começou com drama. Com 30 segundos de jogo, a goleira Maike saiu atabalhoada e atingiu Mariana Larroquette em pênalti claro que a arbitragem uruguaia assinalou. A própria atacante artilheira cobrou e fez 1 a 0 tocando no lado direito de Maike.


Cobrança de pênalti que originou o gol argentino. Foto: Denir Simplício

O Iranduba perdeu a chance de empatar com Raquel que acertou a trave de Solana Gabriela.

Aos 10, Ludmila tocou para as redes, a torcida vibrou, mas a arbitragem marcou falta da goleira Solana em Raquel, revoltando o time amazonense. Andressinha cobrou e a bola bateu na barreira para escanteio - a meia pediu pênalti dizendo que a bola bateu no braço de uma das argentinas.

O desespero tomava conta do Iranduba, que abria espaço para as investidas do Urquiza. Aos 20, o adversário teve falta no bico esquerdo da área - Karen Venica fez feio, cobrando bisonhamente.

Jogando contra o Urquiza e o tempo, o Iranduba passou a lançar bolas na grande área, que eram rebatidas pela alta zaga argentina. Aos 33 e 34, respectivamente, o Iranduba reclamou de pênalti em Andressinha e de um gol anulado por impedimento de Djeni.

Aos 42, o Iranduba perdeu sua melhor chance:  Andressinha cobrou, a goleira rebateu, Ludmila tocou e a arqueira fez nova defesa salvando o Urquiza.

A arbitragem deu 8 minutos de acréscimo, mas poderia dar bem mais por conta da cera que o Urquiza fez principalmente após o gol.

O gol do alivio veio aos 53, num pênalti sobre Ludmila, que Raquel cobrou e empatou. Festa na Arena da Amazônia e muita reclamação do time do Urquiza pela marcação do pênalti.

Publicidade
Publicidade