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Jogador do Fluminense é liberado para jogar após caso de doping

Suspenso por 30 dias, jogador está livre para voltar aos campos de futebol 15/06/2013 às 11:38
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Deco está a disposição do Fluminense e poderá atuar normalmente no Brasileirão
acritica.com ---

Deco está liberado para voltar a jogar pelo Fluminense. Julgado na tarde desta sexta-feira (14) pelo Tribunal de Justiça Desportiva do Rio (TJD/RJ) pelo caso de doping, o meia tricolor foi condenado a 30 dias de suspensão. Mas, como já estava suspenso preventivamente, antes do julgamento, pelo mesmo período, a pena já foi cumprida, e ele poderá atuar normalmente pelo time na volta do Campeonato Brasileiro após a Copa das Confederações.

Assim, Deco viajará com a delegação do Fluminense que embarca neste sábado (15) para um período de dez dias de treinos e amistosos em Orlando, nos Estados Unidos. O meia tem contrato com o Fluminense até o fim deste ano.

Presente ao julgamento, o diretor-executivo de futebol do clube, Rodrigo Caetano, comemorou a decisão em entrevista coletiva. ”A gente sempre esteve confiante. É bom ter a certeza de que ele poderá voltar a jogar normalmente, e está confirmado na viagem aos Estados Unidos”, afirmou o dirigente.

Após a vitória sobre o Boavista, durante o Campeonato Carioca, no dia 30 de março, o exame de urina apontou a presença de duas substâncias proibidas no organismo de Deco (hidroclorotiazida e carboxi-tamoxifeno). Ele foi suspenso preventivamente por 30 dias a partir de 8 de maio.

Quando soube da punição, Deco preferiu contratar advogados de fora do clube, dispensando os serviços do departamento jurídico do Fluminense. No fim do julgamento, que durou quase quatro horas e foi paralisado duas vezes, com longa exposição da promotoria e da defesa do jogador, os auditores do tribunal foram unânimes no veredito e no embasamento dos votos.

Eles entenderam que Deco não teve a intenção de se dopar, que consumiu as substâncias inadvertidamente (a defesa culpa a farmácia de manipulação que vendia vitaminas ao atleta), mas que não cabia uma absolvição porque o uso de substâncias proibidas de fato existiu. Assim, decidiu-se por uma pena mais branda.

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