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Jogadores do Fast comentam a queda nas semifinais do Campeonato Amazonense

Após os jogos, a equipe do Fast Clube se retirou rapidamente para o vestiário. Apenas Fernando Guilherme e Labilá comentaram a desclassificação e pontuaram que não houve excesso de confiança 07/06/2015 às 22:15
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Labilá foi um dos poucos jogadores que falou com a imprensa
Camila Leonel Manaus (AM)

O Fast Clube entrou em campo carregando a vantagem de ter vencido a primeira partida e podia perder por até 1 a 0, mas o princesa do Solimões e a classificação, que parecia próxima, acabou não concretizando. Ao final do jogo, os jogadores do Fast saíram rapidamente para o vestiário. Poucos jogadores falaram. Um deles foi o goleiro Labilá, que apesar de fazer uma grande partida, não pôde evitar os dois tentos do Princesa do Solimões.

“A gente tentou fazer o nosso melhor, sempre dando o nosso melhor para o Fast. Nunca me escondi, nunca escondi a cara sempre dei a cara a bater quando estou jogando. Eu me esforço de todo jeito, mas infelizmente uma expulsão veio nos prejudicar de uma forma que  em cinco, seis minutos tomamos dois gols, mas  agora é levantar a cabeça e conversar com a diretoria, ver o que eles têm a dizer pra ver se a gente volta no ano que vem”, disse o arqueiro fastiano.

Outro jogador que comentou a desclassificação, foi Fernando Guilherme. O jogador disse que não houve excesso de confiança do Fast e que o princesa também teve qualidades.

“Eu acredito que não houve excesso de confiança não. Havia uma vantagem que foi criada no jogo passado, infelizmente  gente criou umas situações e acabou não fazendo o gol. Então a bola pune. Consequentemente, o Princesa teve qualidade e acabou vencendo”, disse.

Outro ponto que foi rebatido pelo jogador foi a possibilidade do Rolo Compressor ter entrado em campo recuado demais.

“Eu acredito que nem recuou demais. Foi a proposta apresentada que estava sendo feita nos outros jogos. A gente sempre joga no contra-ataque, porque o nosso contra-ataque é rápido de qualidade. Infelizmente, hoje não deu certo”, frisou.

O jogador comentou que a expulsão de Charles aos 17 minutos do segundo tempo pesou  para o time, mas eximiu o companheiro da culpa. “Pesou (a expulsão de Charles). No futebol, se você jogar com um a menos, meu amigo, você  acaba sofrendo.  Não que a responsabilidade seja dele, mas dificulta um pouco”.


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