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DESAFIO

Juarez Rosa e Rosângela Oliveira vencem Meia-maratona de Manaus Jovem Pan

Juarez foi tricampeão da prova, e Rosângela, que disputou pela primeira vez , venceu no finalzinho 22/10/2018 às 10:18 - Atualizado em 22/10/2018 às 12:58
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Fotos: Euzivaldo Queiroz/A crítica
Jéssica Santos Manaus (AM)

Muita animação, adrenalina e superação pessoal marcaram presença na Meia-maratona de Manaus Jovem Pan, que aconteceu no último domingo (21), com largada e chegada na Arena da Amazônia. Além dos 21 km da prova individual, vencida por Juarez Rosa (masc.) e Rosângela Oliveira (fem.), aconteceu pela primeira vez a prova de revezamento, vencida pela equipe Wilkens e Ronaldo, e a prova de 10,5 km individual, vencida pelos atletas Manoel Damasceno (masc.) e Benedita Barros (fem.). 

Na ponta

Foram 21 km intensos para os corredores de elite, que sonhavam com o lugar mais alto do pódio. No masculino, Juarez Rosa não teve dificuldades para conquistar o tricampeonato da prova, e ainda fazer a sua melhor marca na prova, 1h e 8 minutos.

“Eu me dou muito bem nesse percurso, adoro. É um dos melhores percursos aqui de Manaus”, disse o corredor. O trajeto da corrida vai da Arena ao centro de Manaus, passando por diversas ruas, pontos históricos, e desafia os corredores com bastantes subidas. Mas, para o campeão, a ‘dificuldade’ o ajuda. “Quando chega no centro e depois na Boulevard é preciso ter muita concentração, é desafiador, mas quando você retorna para a Constantino Nery e  já vê a Arena, fica empolgado, eu adoro”, destaca ele.

Nas duas edições anteriores, Juarez deixou seus adversários na inclinada Av. Boulevard, mas, este ano, foi diferente. “Eu já saí num ritmo forte para deixá-los logo no início, e deu certo. Foi a prova mais tranquila e a que fiz o meu melhor tempo”,disse Juarez. Este ano, ele ainda vai à São Silvestre, em SP. “Não será fácil, mas quero ficar entre os dez primeiros lá”.

A campeã geral no feminino foi Rosângela Oliveira, que veio do Acre para a prova. “Eu não esperava vencer, imaginava conseguir o terceiro ou quarto lugar, porque conheço as meninas daqui, são fortes, mas, assim, foi uma surpresa pra mim o percurso difícil, ainda bem que a temperatura cooperou, e deu tudo certo, fiz um tempo bom”, disse.

O que também foi uma surpresa para Rosângela foi a parte final da corrida, em que os atletas entraram no estádio para dar uma volta ao redor do campo antes de seguir para a chegada. “Achei fantástico porque eu ainda não conhecia a Arena por dentro, então achei muito bacana”, disse.

98% na frente

Após liderar a prova quase até o final, a amazonense Willy Sandra acabou sendo ultrapassada por Rosângela na parte do percurso que passava por dentro da Arena da Amazônia. Ela disse que no início correu no ritmo de outra adversária, mas depois decidiu “desgarrar”, para correr no ritmo que havia treinado, mais forte. O troféu de primeiro lugar passou pertinho, mas para Willy o resultado foi excelente.

“Eu me preparei pra essa prova, mais do que nunca. Pode ter certeza de que eu dei o meu máximo. O problema é que eu não contava que iríamos entrar na Arena e correr mais um quilômetro lá; fiquei frustrada, comecei a sentir uma dor na posterior da coxa, até que num momento, eu pensei: - não aguento mais! E aceitei quando ela (Rosângela) passou de mim – doeu, eu só faltei chorar, mas entendi que era o meu limite. A gente fica decepcionada por querermos o primeiro lugar, mas eu tenho muito o que aprender ainda, foi a minha primeira meia-maratona bem treinada”, disse Willy.

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