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Justa Homenagem: Da Silva receberá medalha na Câmara Municipal de Manaus

Da Silva receberá a Medalha de Ouro Alfredo Barbosa Filho pelos serviços prestados ao esporte local al longo de 25 anos 10/11/2015 às 17:57
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Da Silva mora em Manaus há 34 anos, sendo 25 dedicados ao futebol
Camila Leonel Manaus (AM)

Francisco da Silva, maisconhecido como Da Silva, nasceu no Rio de Janeiro, mas adotou Manaus como suasegunda cidade e atuou no esporte local por 25 anos, fazendo parte inclusive dacomissão técnica do São Raimundo na melhor fase do clube. Os serviços prestadosao esporte amazonense renderão a ele uma homenagem da Câmara Municipal deManaus (CMM), que no dia 25 de novembro, às 10h, entregará a ele a Medalha deOuro Alfredo Barbosa Filho.

 A iniciativa da homenagem partiu dosvereadores Luis Mitoso e Ednailson Rozenha. Em nota, a CMM louvou o trabalho deDa Silva durante o período em que trabalhou em clubes como Nacional, Fast, RioNegro, São Raimundo e ASA.

“O Sr. Francisco da Silva participoude inúmeros eventos esportivos [...] Em todas essas atividades destacou-se peloprofissionalismo, competência, seriedade e responsabilidade ética, o que lhevaleu o reconhecimento de todos com os quais trabalhou. É em razão desseespírito de trabalho e amor ao esporte que se torna justa e oportuna ahomenagem”.

Dedicação ao futebol

Da Silva era militar e veio paraManaus em 1981 para ser instrutor do Curso de Guerra na Selva. Formado emEducação Física, ele passou a trabalhar com futebol, mais especificamente comopreparador físico e treinador da base e de times profissionais, como o Nacionalde 1991, campeão Amazonense.

De 1997 a 2003, ele trabalhou noSão Raimundo Esporte Clube e logo de cara foi tricampeão amazonense.

No Tufão da Colina, ele foi preparadorfísico, auxiliar técnico e supervisor. Mas o legado dele não se restringeapenas aos resultados dele dentro de campo. É da autoria dele o hino do clubecolinense, composto em 1997.Da Silva ainda voltou ao Nacionale passou pelo Fast e América em 2009.

Apaixonado por Manaus, ele contaque daqui só sai na “alça do caixão”.

“Manaus para mim é tudo. Só saiodaqui na alça do caixão. E eu já falei, quando forem me velar, quero que toqueo hino do Fluminense e samba da Mangueira e os hinos do São Raimundo e doNacional”, disse.

Francisco da Silva, mais conhecido como Da Silva, nasceu no Rio de Janeiro, mas adotou Manaus como sua segunda cidade e atuou no esporte local por 25 anos, fazendo parte inclusive da comissão técnica do São Raimundo na melhor fase do clube. Os serviços prestados ao esporte amazonense renderão a ele uma homenagem da Câmara Municipal de Manaus (CMM), que no dia 25 de novembro, às 10h, entregará a ele a Medalha de Ouro Alfredo Barbosa Filho.

 A iniciativa da homenagem partiu dos vereadores Luis Mitoso e Ednailson Rozenha. Em nota, a CMM louvou o trabalho de Da Silva durante o período em que trabalhou em clubes como Nacional, Fast, Rio Negro, São Raimundo e ASA.

“O Sr. Francisco da Silva participou de inúmeros eventos esportivos [...] Em todas essas atividades destacou-se pelo profissionalismo, competência, seriedade e responsabilidade ética, o que lhe valeu o reconhecimento de todos com os quais trabalhou. É em razão desse espírito de trabalho e amor ao esporte que se torna justa e oportuna a homenagem”.
Dedicação ao futebol
Da Silva era militar e veio para Manaus em 1981 para ser instrutor do Curso de Guerra na Selva. Formado em Educação Física, ele passou a trabalhar com futebol, mais especificamente como preparador físico e treinador da base e de times profissionais, como o Nacional de 1991, campeão Amazonense.
De 1997 a 2003, ele trabalhou no São Raimundo Esporte Clube e logo de cara foi tricampeão amazonense. 

No Tufão da Colina, ele foi preparador físico, auxiliar técnico e supervisor. Mas o legado dele não se restringe apenas aos resultados dele dentro de campo. É da autoria dele o hino do clube colinense, composto em 1997.
Da Silva ainda voltou ao Nacional e passou pelo Fast e América em 2009.
Apaixonado por Manaus, ele conta que daqui só sai na “alça do caixão”.
“Manaus para mim é tudo. Só saio daqui na alça do caixão. E eu já falei, quando forem me velar, quero que toque o hino do Fluminense e samba da Mangueira e os hinos do São Raimundo e do Nacional”, disse.

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