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Lenda do tênis de mesa nacional fala sobre o futuro da modalidade e os Jogos de 2016 no Rio

Em Manaus para divulgar o Circuito Mundial Amazônico de Tênis de Mesa, Hoyama falou sobre a renovação da modalidade e disse que pode “pendurar as raquetes” em 2014 18/07/2013 às 09:51
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Hoyama aposta em subida no ranking
Lorenna Serrão ---

Aposentado da seleção brasileira de tênis de mesa, Hugo Hoyama, - recordista em Jogos Pan-Americanos e considerado o maior nome da modalidade no Brasil – espera que os seus sucessores brilhem muito mais do que ele e afirma que o País canarinho, atualmente 13º do ranking mundial, deve estar entre os cinco melhores em 2016, ano em que os Jogos Olímpicos acontecerão no Rio de Janeiro. 

Em Manaus para divulgar o Circuito Mundial Amazônico de Tênis de Mesa – evento que envolve a Copa Brasil e a Copa Latina, competições que começam nesta quinta-feira (18), a partir das 8h, no Studio 5, Zona  Sul de Manaus - Hoyama, que atualmente joga pelo Palmeiras falou sobre a renovação da modalidade e disse que pode “pendurar as raquetes” já no próximo ano.

Hugo Calderano, de 17 anos, grande revelação de 2012, é apontado por muitos  como a principal promessa do Brasil nos Jogos de 2016 e forte candidato a substituto de Hoyama. “Eu torço muito por ele e espero que ele possa conquistar mais coisas do que eu e o saudoso Cláudio Kano conquistamos.  Calderano tem grandes chances porque é um garoto esforçado, inteligente e dedicado. Um cara que gosta mesmo de treinar, de jogar, quer vencer na vida e está em um bom caminho para alcançar esse objetivo”, disse Hugo Hoyama que defendeu a seleção durante 26 anos.

Mas o técnico da seleção feminina garante que existem muitas outras promessas no Brasil. “Existem outros talentos, inclusive no feminino. Uma geração que poderá jogar os Jogos de 2016, 2020 e 2024. No Brasil já tivemos uma época em que faltavam talentos, mas agora com o trabalho realizado pela Confederação Brasileira, já visando 2016, tivemos muitas surpresas e esperamos que esse trabalho, esse legado possa continuar depois das Olimpíadas”, pontuou.

Hugo Hoyama acredita que em pouco mais de dois anos o Brasil estará entre os melhores do mundo. “Acredito que até 2016, o Brasil estará entre os cinco melhores do ranking mundial. Não vou dizer que vamos igualar a China, porque isso é muito difícil, mas estaremos em uma posição melhor”, disse.

Hoyama também falou sobre o futuro. “Enquanto estiver ajudando o meu grupo vou continuar jogando, quando isso não for mais possível eu penduro as raquetes”, finalizou.

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