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Mais um feriado? Vereador quer criar dia do ‘É Gol da Alemanha’

Parlamentar de Campinas (SP) protocolou projeto de lei pedindo a criação da data. Segundo ele, o dia serviria para lembrar a maior tragédia do futebol brasileiro 04/08/2015 às 15:10
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Vereador de Campinas quer instituir o dia do "É Gol da Alemanha".
ACRITICA.COM Manaus (AM)

A Copa do Mundo no Brasil ficou conhecida como a “Copa da Zueira”. Mas o que o vereador Jota Silva (PSB) propôs aos seus colegas na Câmara Municipal de Campinas nesta segunda-feira (3), é muito séio. O parlamentar protocolou projeto de lei para a criação do dia do "É Gol da Alemanha". De acordo com o vereador, a data seria instituída não para ser comemorada, e sim, "para ser lembrada como o dia da maior tragédia do futebol brasileiro".

No projeto de lei (PL), o representante municipal indica que a partir de 2016, o dia 8 de julho – dia da fatídica partida em que a Alemanha goleou o Brasil por 7 a 1 -, seja a cidade de Campinas realize discussões e atividades para lembrar da humilhante derrota no Mundial de 2014.

"Eu usei esse título como apelo para criar um dia para lembrar. Não é piada. A gente lembra as grandes tragédias mundiais para mudar. Para o povo brasileiro, que tem o futebol como uma das suas grandes paixões, esse dia é uma grande tragédia", explicou Silva.


O parlamentar ainda se dispôs – caso seu projeto seja aprovado – a promover discussões sobre o tme enquanto for representante da casa. “Eu vou convidar a imprensa e dirigentes de futebol dos nossos clubes. Vou organizar um debate forte para analisar nosso futebol", prometeu Silva.

Para que o PL seja aprovado, o projeto de lei 229/2015 ainda precisa passar pelas comissões de mérito da Câmara, por dois debates em plenário com votações e só depois seguir para a sanção do prefeito Jonas Donizette. Vale lembrar que o prefeito de Campinas pertence ao mesmo partido de Jota Silva.

Além de estar confiante da aprovação do projeto de lei de sua autoria, Silva almeja instituir o dia do “É Gol da Alemanha” para outros municípios de São Paulo. "Fico na expectativa que outras cidades façam o mesmo, para que a gente possa discutir um esporte que, hoje, gera milhões de reais e que não leva a nada", finalizou.

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