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Mais um gol do ‘Baixinho’: Romário lidera abertura de CPI do futebol no Senado

A decisão de abrir investigação sobre os casos de corrupção no futebol é de autoria do tetracampeão do mundo e senador da República. Romário declarou publicamente que pretende ser o relator da CPI na CBF 28/05/2015 às 15:43
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Romário protocolou abertura de CPI no Senado para investigar casos de corrupção na CBF.
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Vem “chumbo grosso” pela frente. Depois da repercussão mundial sobre os casos de corrupção na Fifa, o ex-craque e senador Romário (PSB-RJ) liderou nesta quinta-feira (28) abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado. O processo investigatório vai apurar o escândalo que resultou na detenção de sete dirigentes da Fifa. Entre eles o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin.

Os sete cartolas detidos em Zurique, na Suíça, são acusados de corrupção, lavagem de dinheiro e extorsão, em esquemas comerciais envolvendo competições como a Copa América, Libertadores e Copa do Brasil. 

A CPI será publicada nesta sexta-feira (29) no Diário do Senado e é de autoria do Romário (PSB-RJ), um dos críticos mais ferozes da CBF e da própria Fifa desde que se tornou político. O ex-craque fez a proposta logo depois da repercussão da prisão dos dirigentes no Congresso da entidade na qual será feita a eleição para o comando da federação internacional de futebol.

A investigação no Senado pretende apurar os valores referentes à Copa do Mundo de 2014, no Brasil - assunto que não está sendo discutido pelas autoridades norte-americanas. 

Em nota oficial do Senado, foi informado que a comissão contará com sete membros titulares e igual número de suplentes e terá 180 dias para investigar possíveis irregularidades em contratos feitos para a realização de partidas da Seleção Brasileira, de campeonatos organizados pela CBF, assim como para a realização da Copa das Confederações em 2013 e da Copa do Mundo de futebol de 2014.

A instalação dependerá da indicação dos integrantes pelos partidos, o que leva em conta o cálculo de proporcionalidade das bancadas na composição do Senado. O limite de despesas da comissão será de R$ 100 mil.


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