Quarta-feira, 27 de Maio de 2020
Vai ter bolo

Manaus FC comemora hoje (5) aniversário de sete anos da fundação do clube

Do projeto ambicioso criado em 2013, à concretização de um sonho com o acesso à Série C no ano passado, o esmeraldino chega ao seu sétimo ano vivendo quase uma utopia no cenário local recente



20190721130215_171_EB3D2102-3143-4456-8D3E-5681FAE8F6ED.jpeg Foto: Pablo Trindade/AGIF
05/05/2020 às 08:12

O Gavião do Norte completa mais um ano de voo hoje (5), ao longo de seus sete anos, o Manaus FC já escreveu - e certamente continuará escrevendo -, uma das histórias mais bonitas do futebol baré. Do projeto ambicioso criado em 2013, à concretização de um sonho com o acesso à Série C no ano passado, o esmeraldino chega ao seu sétimo ano vivendo quase uma utopia no cenário local recente. O CRAQUE bateu um papo com o presidente do clube, Luis Mitoso, sobre a história do time, ascensão meteórica, momento atual e futuro pós pandemia. 

“Não vou dizer que imaginava (sucesso atual do Manaus em sete anos). Mas nós sempre trabalhamos para isso. Quando a gente criou o Manaus, tínhamos a total noção que iríamos fazer tudo pra fazer um clube diferente e alcançar voos altos. Como um verdadeiro gavião real”, destacou o mandatário, sobre a seriedade colocada desde os primórdios do projeto, que hoje dá frutos cada vez mais significativos. 



Quebrando tabu de 20 anos ao conquistar o acesso à Série C - última equipe a atingir o feito havia sido o São Raimundo de 99 -,  alcançando o público recorde na final da Série D - com 44. 896 mil torcedores -, o Manaus representa hoje a ‘chama’ do amazonense no futebol brasileiro. Mitoso avalia que não existe limite para as investidas do Gavião rumo ao topo. 

“Esse momento lindo que vivemos poderia ter chegado ainda antes (quando em 2018 perdeu a vaga na terceira divisão para o Imperatriz-MA). Nós mergulhamos de cabeça nesse projeto. Buscamos o sucesso no dia a dia, sabíamos que isso chegaria. Agora é sonhar ainda mais alto”, disse pensando na sequência da vida esmeraldina. 

“A meta é brigar para chegar na Série A. Por que não? Já tivemos times do Norte participando de Libertadores. Nós temos clubes do Nordeste na primeira divisão. É possível buscar nosso espaço. Para isso, é preciso um grande conjunto de fatores”, afirmou a respeito das próximas ‘presas’ do clube, quando o futebol retornar à sua normalidade. 

O presidente também aproveita para fazer um alerta: a pandemia tornou o planejamento do Manaus incerto. Segundo o dirigente, a adesão do programa de sócio torcedor, não obteve desistências em meio à paralisação, porém houve brecada no número de novos adeptos. O clube já deveria ter estreado na Série C - no último sábado (2), diante do Vila Nova, na Arena da Amazônia.

“Hoje temos por volta de 380 sócios no programa, estamos longe do nosso objetivo que é de 5 mil. Precisamos alcançar esse número ainda neste mês, fora disso os planos do clube terão de ser refeitos. Vai quebrar parte da engrenagem. Sem dúvidas esse primeiro jogo já traria mais adesões ao programa, além é claro da receita gerada a partir de público”, concluiu.

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Repórter de A CRÍTICA

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