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Max Lélis, o retorno do ‘matador’

Zagueiro fala sobre a emoção de marcar o primeiro gol da Arena da Amazônia  09/03/2015 às 00:52
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Max Lélis teve uma atuação de gala contra o Nacional
Denir Simplício ---

Ter seu nome marcado na história de um estádio de futebol é uma honra para poucos jogadores. Alguns são imortalizados por terem feito belos gols , os chamados gols de placa, assim como Pelé cansou de fazer na Vila Belmiro, Pacaembú, Maracanã etc. Outros são lembrados por serem os maiores goleadores, como Zico, que é chamado de o “Rei do Maraca”, por ter balançado as redes do estádio mais conhecido do mundo por 333 vezes. 

Outros são marcados por terem marcado o primeiro gol da história de um estádio. Esse é o caso do mineiro Max Lélis. O zagueiro do Clube do Remo retorna a Manaus exatamente um ano após se tornar o primeiro jogador a marcar um gol na Arena da Amazônia. Ele relembra a emoção do momento do gol, da classificação e da repercussão que teve em todo o Brasil.


“Foi emocionante. Já tínhamos a expectativa de que seria o primeiro jogo no estádio. Todos comentavam que seria a inauguração e que um de nós poderíamos fazer o primeiro gol. Mas por eu ser zagueiro eu não esperava, a não ser por uma situação de jogo mesmo, como aconteceu”, comentou o defensor que fez os dois gols do empate do Remo com o Nacional, que deu ao time paraense a vaga na sequência da Copa Verde.

O zagueiro de 27 anos, que é o capitão do time do Remo, contou ao CRAQUE que no momento do gol, nem imaginou que havia entrado para a história da Arena. “Na hora eu nem me atentei para isso. Foi a mais a emoção de ter feito o gol mesmo e vibrar com meus companheiros. Depois, no intervalo, é que me falaram que eu tinha feito o primeiro gol e que era histórico, que eu seria lembrado pelo feito. Mas o mais importante foi a classificação mesmo. Havíamos empatado em Belém e só a vitória (ou empate superior por 2 gols) nos dava a classificação”, relembrou Lélis. 

O zagueiro artilheiro marcou cinco gols somente no ano passado e não sabe exatamente quantos gols fez na carreira. “Acho que devo ter feito uns vinte e poucos gols no total”, afirmou o defensor do Leão paraense contando que a repercussão foi boa entre os familiares e amigos de Minas Gerais. “A repercussão foi muito boa. Quando fui visitar minha família em Minas, todo mundo comentava. Meus amigos vieram me parabenizar. Ainda mais por eu ter feito os dois gols, coisa rara. Ficou marcado”, finalizou o zagueiro, que desembarca em Manaus, com a delegação do Clube do Remo, ainda hoje para o jogo de ida das oitavas de final da Copa Verde, diante do Princesa do Solimões, na segunda-feira, às 20h, no estádio da Colina. 


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