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Ministro dos Esportes elogia Manaus como sede olímpica e fala de projetos e legado após os Jogos

O ministro George Hilton se reuniu com o governador e autoridades envolvidas na organização do revezamento da tocha e dos Jogos Olímpicos em Manaus 02/02/2016 às 20:29
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O ministro está visitando as capitais brasileiras para ajustar detalhes do revezamento da tocha
Camila Leonel Manaus (AM)

O ministro dos Esportes, George Hilton, veio a Manaus nesta terça-feira (2)  para se reunir com o governador do estado, José Melo, e com o Comitê Olímpico Estadual para tratar os detalhes sobre  o revezamento da tocha olímpica. Em sua visita a capital amazonense, o ministro, em entrevista coletiva na Sede do Governo, elogiou a organização da cidade que, além do revezamento, receberá, partidas do torneio de futebol dos Jogos do Rio 2016. Além de detalhes do evento, o ministro também falou de legado olímpico.

“Nós estamos visitando as capitais brasileiras para falarmos da necessidade de organizarmos todos os entes, todas as federações, confederações para a chegada da tocha olímpica. Este é um momento de congraçamento, de união que talvez nunca teve um simbolismo tão grande para nós a passagem da tocha pelo Brasil”, disse.

Entre os pontos abordados na reunião estão: segurança,  que será feita com o suporte das polícias militar, rodoviária, guarda municipal e corpo de bombeiros; a organização do evento e a união das secretarias. Por enquanto, apenas Manaus está confirmada para receber a tocha, que pernoitará na cidade, mas a comissão do Rio 2016 está analisando a passagem do revezamento por Presidente Figueiredo e Iranduba.

Projeto

O ministro George Hilton considera que os Jogos trarão um legado no que diz respeito ao incentivo da prática de atividades físicas e na infra-estrutura que será deixada.

Hilton afirmou que, pelo país haverá Centros de Iniciação Esportiva, onde crianças poderão ser apresentadas a, pelo menos, 20 modalidades. Está previsto para que Manaus receba um destes centros, que custará R$ 3,3 mihões.

“Serão 12 centros de excelência de iniciação esportiva que vão tornar as estruturas iguais a qualquer uma da Europa e da América do Norte. A gente não enxerga apenas  ter um desempenho nessa Olimpíada, mas nas futuras. Vamos equipar os interiores com vilas do esporte com ginásio coberto, campo de futebol e academia ao ar livre”, completou.

Com isso, espera-se diminuir os 46% de brasileiros sedentários.

“O diagnóstico que nós apresentamos ano passado mostram a população sedentária de quase 46%. Estamos falando aí de 70 milhões de  brasileiros. Então vamos aproveitar os atletas, aproveitar os ídolos que encantam a gente para despertar na juventude deste país o desejo de praticar uma atividade física”, completou.


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