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Mudança de nome dá estímulo extra a atletas vitoriosos; com Charles Chenko foi assim

Atacante artilheiro do Operário de Manacupuru, e que foi contratado recentemente pelo Fast Clube, é um dos exemplo de de troca de nome para melhor na carreira 13/12/2014 às 15:28
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Goleador Charles virou Charles Chenko
Felipe de Paula Manaus (AM)

Mudar de nome não é novidade no mundo do esporte. Vários atletas já o fizeram, por motivos místicos, religiosos ou por pura e legítima vontade de usar um nome diferente, mais carismático para o público e mais inspirador para quem o carrega. No futebol brasileiro, a mudança do nome real por um apelido (antes muito mais que agora, bem verdade) é quase uma tradição.

Que o diga o atacante Charles, campeão amazonense da Série B pelo Operário e recentemente contratado pelo Fast. Há alguns anos, ele resolveu adotar o apelido Charles Chenko, uma referência ao ídolo ucraniano Andriy Shevchenko, que fez história no futebol europeu nas décadas de 1990 e 2000.

Mas o codinome, conta o jogador, só pegou mesmo nesta temporada, coincidentemente (ou não?!) uma das melhores do centroavante no futebol amazonense. Com oito gols na Série B do Amazonense, dois deles na final que deu título ao Operário, ele se tornou o artilheiro da competição ao lado de Júnior Neymar, do Tarumã, além de levantar a taça de campeão.

Questionado se o nome teria influência nos resultados da temporada, Charles diz acreditar que sim. “Quando você se sente bem com alguma coisa, tem que usar”, diz ele, explicando a origem do apelido. “Isso é uma coisa que sempre tive, sempre fui fã do Shevchenko, daí consegui juntar meu nome com um pedaço do dele e pegou. Todo mundo gostou!”, diz o jogador, que já colocou o novo nome até nas contas de suas redes sociais e revela que, quando tiver um filho, este também se chamará Chenko. “Quando tiver meu primeiro filho, vai se chamar David Chenko”, diz ele.

Sorte no jogo
E se o nome realmente deu sorte, Charles, ou Chenko, ele vai precisar muito dela na temporada de 2015. É que o Fast vai completar 44 anos sem um título amazonense caso passe em branco no ano que vem. “Não, 44 não, 43, porque no ano que vem nós vamos ganhar. Vamos entrar pra história”, diz o confiante Charles Chenko. Será que é por causa do nome?

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