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Na liderança e em alto astral, ‘Urubu’ enfrenta o Friburguense tentando se isolar em seu grupo

Flamengo lidera Grupo B e tem o artilheiro do clube, Hernane, com cinco gols. Jogo da noite desta quarta-feira (06) pode deixar o time Rubro-Negro ainda mais na liderança 06/02/2013 às 09:24
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Flamengo, do artilheiro Hernane, enfrenta o Firburguense
A crítica Manaus (AM)

Não houve um grande tropeço, capaz de provocar turbulência forte. Se a busca pelo centroavante ainda não rendeu frutos, Hernane, sem ser brilhante, já fez cinco gols. Se foi preciso lançar jovens por falta de opções, Rafinha conquistou espaço e agradou a torcida. Para quem definiu 2013 como um ano de transição, o Flamengo vê um início de temporada “melhor do que a encomenda”. Embora reconheça estar longe de ter um time competitivo para campeonatos de maior nível, embora admita ainda ter diversas carências, o clube vê sua temporada crítica começar mais calma do que se previa. Hoje, tenta manter a paz, a liderança do Grupo B e a melhor campanha do Estadual, às 20h (horário de Manaus), contra o Friburguense, em Macaé.

“Ter tropeços era algo muito mais esperado do que os resultados do momento. Todo time oscila na formação. Ganhamos mas não estamos parados, internamente mantivemos uma desconfiança. Não muda na da para mim. Eu não me iludo e ainda estamos enfrentando todo o tipo de problema de um time em formação”, disse Dorival Júnior, reconhecendo a importância de ter colhido resultados.

“O Carioca pode não valer nada quando você ganha. Quando perde, vale muito...” Ele se refere à turbulência que derrotas no Estadual costumam causar nos clubes grandes. E já que, por enquanto, o Flamengo não as teve, conseguiu colher frutos também em aspectos individuais. O início do campeonato foi marcado pela preocupação com a falta de opções de ataque. Um problema que persiste no clube.

Mas o desacreditado Hernane, com cinco gols, é o artilheiro do Estadual. E admite que, como o time, produziu mais do que imaginava. “Sem dúvida, está melhor do que eu pensava. E o Flamengo ainda vai ter que contratar atacantes, o grupo precisa. Eu sabia que, neste início, a oportunidade seria minha e tinha que aproveitar”, disse Hernane.

“O trabalho dele só está dando certo porque o desempenho do time é bom”, avaliou Dorival Jr.

Sem alternativas, outro problema se impunha. Em especial na parte ofensiva, foi preciso lançar mão de jovens. Nixon, que era opção de banco no ano passado, virou titular. Rafinha, que sequer entrara, também passou a iniciar os jogos. O primeiro, se não brilhou, também não comprometeu. Já Rafinha se projetou e ganhou a torcida. O trabalho de fazer um Flamengo que pareça capaz de competir por objetivos maiores no ano ainda parece longo. O clube ainda busca reforços e a negociação com Welliton, do Spartak Moscou, que parecia fechada, regrediu. Por enquanto, o trabalho é adaptar os reforços. Na zaga, Wallace terá hoje sua segunda chance, desta vez ao lado de Renato Santos, já que González está com a seleção do Chile para um amistoso contra o Egito.

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