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Naça faz o primeiro jogo fora de casa na Copa Verde neste sábado (7), contra o Paysandu

O técnico Sinomar Naves, que já foi téncico do Papão, conhece os caminhos para facilitar vida do Naça no jogo de ia das quartas de final da Copa Verde; a partida, marcada para as 17h30, será na Curuzu, em Belém 07/03/2015 às 12:07
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Sinomar Naves já teve cinco passagens pelo Papão
Anderson Silva Manaus (AM)

O técnico Sinomar Naves conhece todos os caminhos do estádio da Curuzu, que neste sábado, às 17h30 (de Manaus), será palco da primeira partida contra o Paysandu, pela  quartas de final da Copa Verde. O treinador do Leão já comandou o Papão em cinco oportunidades. Para a partida, o técnico Sinomar Naves cercou a equipe de mistérios. O penúltimo treino com portões fechados não pode ser acompanhado nem mesmo pelo torcedor.

Quanto à escalação, o treinador deu pistas que poderá entrar com o lateral-direito Peter, que iniciou jogando contra o Operário, no lugar de João Rodrigo que poderá perder a vaga. O volante Lídio é o mais cotado para o jogo.  “O Peter treinou bem e o João Rodrigo tem uma características mais ou menos igual, e isso é uma das dúvidas nossa em relação à equipe que o nosso adversário vai armar. Vai e ser um contra-ataque nosso”, revelou o treinador, que mesmo escondendo o jogo, aposta na velocidade de Peter. Sinomar não vai poder contar com o lateral-esquerdo, recém contratado, Airton, que não viajou para Belém.

Bola aérea

A estratégia da bola aérea vai ser mantida. É assim que o Leão está vencendo os jogos. Seja na Copa Verde como no Estadual a equipe usar  a bola alta para exterminar os rivais. “A jogada a aérea é uma jogada nossa, trabalhada, e temos que saber usá-las no momento certo e também as variações do jogo do adversário. A equipe não pode só viver de uma situação então é necessário que a gente tenha capacidade também de trabalhar a bola seja em velocidade ou na bola parada”, frisou Sinomar.

Pra decidir em casa

Ciente do perigo iminente dentro da Curuzu, Naves quer que a equipe esteja bem preparada. “O jogo de mata-mata são 180 minutos, o importante é fazer bem os primeiros noventa minutos que nos dará condições de decidir em casa. Temos que voltar para Manaus com uma situação favorável, para não sermos pegos de surpresas. Estamos preparados, nossa equipe é bem equilibrada para fazer uma boa marcação, mas também ter capacidade de fazer gols lá na frente”, afirmou Sinomar que encerrou a preparação para o duelo com um recreativo ontem pela manhã no CT.

Experiência de quem jogou na Curuzu

Se o desafio no estádio da Curuzu é tão difícil, ao menos o Nacional possui meio time que já pisou no acanhando estádio do Paysandu, e até mesmo venceu.
 
“Já tive o prazer de jogar lá pelo Imperatriz (MA) e vencemos pela Série C de 2005. É um jogo difícil não é à toa que o Paysandu levou para um campo apertado e temos jogadores experientes, acostumados a jogar em campo apertado e com torcida contra”, disse o goleiro Rodrigo Ramos.
 Com quatro temporadas no futebol paraense, o meia  Fininho  acredita que os jogadores não vão “sentir o estádio”.

“Temos jogadores experientes acostumados a jogar com torcida contra. Isso não vai influenciar se   a gente conseguir conter eles nos primeiros quinze minutos. A cobrança é grande e a torcida pode jogar contra eles”, afirmou.

O lateral-esquerdo, André Luiz, também não teme o estádio, mas destaca a atenção a cada minuto.

“Jogador gosta de jogar com estádio lotado. Isso vai ser mais um gás para dar o melhor. Não joguei na Curuzu, mas joguei no Baenão que é bem mais apertado”,  disse o lateral, lembrando do jogo pela Série B contra o Remo, quando atuava no Santo André (SP).

Com três gols no Estadual, o atacante Wanderley também aposta na maturidade do elenco. “Já joguei e é difícil de jogar na Curuzu. Tem que ser maduro suficiente. Mas o nosso time é experiente. Eles vão atacar e vão deixar espaço. Temos um time rápido e vamos explorar isso”, disso.

Em 2012, o atacante Leonardo jogou na Curuzu. “É difícil. Perdemos lá por 1 a 0. Disseram que deu sete mil pessoas, mas na renda deu dois”, sorrir.

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