Quinta-feira, 23 de Maio de 2019
Craque

Nacional completa 100 anos com festa e presença de Dadá Maravilha

Diretoria promete formar um dos melhores times da história do Clube par a voltar a brilhar no cenário Nacional. Time apresenta reforços na segunda-feira



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Eterno ídolo Dadá Maravilha
12/01/2013 às 18:54

O Nacional realiza hoje uma grande festa de posse da nova diretoria e também comemora os 100 anos do clube. À meia noite será cantado os parabéns ao clube que faz aniversários neste domingo, 13 de janeiro.

A diretoria preparou uma festa ara 650 convidados, com presença de estrelas do passado como o craque Dadá Maravilha. A festa será animada pela banda Renato e Seus Blue Caps e vai Dulcilas Festas, na estrada da Ponta Negra.

Dario chegou pela manhã e almoçou com torcedores em um restaurante de Manaus. Dario atuou pelo Nacional na Década de 80 e formou um trio que ainda está na lembrança dos Nacionalinos: Bendelack, Dadá e Edu.


Quem é Dadá Maravilha

Dario teve uma infância pobre no subúrbio de Marechal Hermes, na rua Frei Sampaio, no Rio de Janeiro. Aos 19 anos, em razão de um furto, foi detido na Febem, onde conheceu o futebol. Em 1965, Dario começou a jogar nos juniores da equipe do Campo Grande, sendo promovido ao time principal em 1967. Seu talento despertou a atenção do Clube Atlético Mineiro, sendo levado para o clube Belo Horizonte no ano seguinte.

Logo, Dadá alcançaria a fama. Destaque no Campeonato Brasileiro de 1971, Dario parou no ar como um beija-flor no dia 9 de dezembro, no Estádio Jornalista Mário Filho, para assinalar no placar Atlético-MG 1, Botafogo zero. Com este gol, o Atlético Mineiro sagrou-se o primeiro campeão brasileiro.

Dario vestiria a camisa de mais 16 clubes. Destacou-se atuando por outro grande clube do futebol brasileiro: o Internacional de Porto Alegre. Dadá foi importante na conquista do Bi-Campeonato Brasileiro pelo Internacional, inclusive marcando o primeiro gol da final do Brasileirão de 1976, na vitória de 2 a 0 sobre o Corinthians.

Dadá também é dono de frases "poéticas", como: "Não venha com a problemática que eu dou a solucionática", "Me diz o nome de três coisas que param no ar: beija-flor, helicóptero e Dadá Maravilha", "Isso é mamão com açúcar" ou ainda "Não existe gol feio. Feio é não fazer gol.".



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