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Esportes
Julgamento

Após infrações em jogos do Brasileirão e Copa Verde, Hulk e Naça são condenados pelo STJD

O julgamento aconteceu nesta sexta, no Rio de Janeiro. Leão perdeu mando de campo e Hulk vai pagar multa 08/04/2016 às 14:53
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O Iranduba foi punido em R$ 500 reais por sinalizador aceso na partida contra o Corinthians, no dia 23 de março (Foto: Divulgação)
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Nacional e Iranduba foram punidos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) por infrações nos jogos contra o Remo, pela Copa Verde, e Corinthians pelo Brasileirão Feminino, respectivamente. O julgamento ocorreu no início da tarde desta sexta-feira (8), no Rio de Janeiro.

O Iranduba foi multado em R$ 500 por infração ao artigo 191, incisos I e III do CBJD.  A decisão foi tomada por unanimidade dos votos. A punição é referente ao jogo Iranduba e Corinthians, na Arena da Amazônia, no dia 23 de março. O motivo seria um sinalizador aceso aos 42 minutos do segundo tempo. O jogo chegou a ser interronpido para que o sinalizador fosse apagado.

 Já o Nacional foi punido pela Terceira Comissão Disciplinar do STJD do Futebol por infrações cometidas por torcedores em jogo válido pela Copa Verde. Julgados na tarde desta sexta, dia 8 de abril. O Nacional foi multado em R$ 5 mil e perda de um mando de campo. A decisão cabe recurso. O Clube do Remo também recebeu multa de R$ 1 mil.

De acordo com a súmula da partida , realizada no dia 24 de março, um torcedor localizado na arquibancada do Remo invadiu o campo, sendo contido pela polícia. Na súmula consta ainda o arremesso de duas latas de cerveja e um copo descartável da arquibancada onde estava a torcida do Nacional, além do arremesso de diversos copos descartáveis na direção da arbitragem quando deixava o campo para o vestiário.

Já no relatório do delegado da partida, Lázaro D’Angelo Pinheiro um policial presente lançou uma bomba na arquibancada onde estavam torcedores do Nacional para dispersar. Nesse momento, dois torcedores teriam pulado as arquibancadas e empurrado o delegado da partida no peito. 

Diante da Comissão Disciplinar, o advogado Osvaldo Sestário defendeu o Nacional e Alan Flávio, o Remo. Segundo as defesas, o Boletim de Ocorrência exime os clubes de penalidades. Para os advogados, a polícia presente no estádio foi diligente, o erro dos torcedores registrado e o caso se enquadra perfeitamente na exceção prevista no artigo 213.

Lucas Rocha, relator do processo, justificou e proferiu o voto.

“Entendo que não se aplica o parágrafo terceiro por o B.O. não ser capaz de elidir o que consta na súmula e nas imagens. A desordem e a invasão de campo foram provocadas pela ação de torcedores. Em relação a dosimetria da pena no artigo 213, aplico ao Remo, na qualidade de visitante e um torcedor invadir o campo, a multa de R$ 1 mil.  Ao Nacional, mandante e por ter participado em mais condutas com lançamentos de diversos objetos, empurrão ao delegado da partida e invasão de campo, voto pela multa de R$ 5 mil e perda de um mando de campo”, explicou.

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