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Esportes
Com fé não costuma ‘faiá’

Nacional se apega na fé para conseguir classificação na Copa Verde

Leão da Vila Municipal treina firme e forte visando o jogo da volta contra o Remo pela competição interestadual. Ferido durante confronto entre polícia e torcedores, filho do zagueiro Edson Rocha passa bem 29/03/2016 às 09:12
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Elenco do Naça treina forte de olho no Leão azulino
Antônio Lima Manaus (AM)

Foco, Força e Fé. É com essa motivação que o Nacional começou a semana de treinos no CT Barbosa Filho, Zona Leste de Manaus. Após o empate com o Remo em 1 a 1 pela Copa Verde, a equipe do treinador Heriberto da Cunha mantém o foco para o jogo de volta, no dia 6 de abril, em Belém.

O treinador trabalhou a movimentação do time e focou na parte técnica como cruzamentos, passes, além do rachão.

Após as atividades, o autor do tento nacionalino contra o Remo, o lateral Osvaldir, falou à imprensa a e disse que mesmo com o empate dentro de casa, a equipe não se abalou e tem fé que a classificação vem.

“A gente foi no intuito de buscar a vitória. Infelizmente sofremos um gol no finalzinho, mas isso não abala nossa equipe não. A gente tem que levantar a cabeça, saber que tem mais um jogo e a gente vai no intuito de buscar essa vitória e sair  de lá com a classificação”, explicou.

Com a camisa do Nacional, Osvaldir marcou três gols em nove jogos e comentou sobre a bela cobrança de falta que abriu o placar na Colina na última partida do Leão e a esperança é que no próximo jogo ele tenha a felicidade de acertar outras cobranças de faltas.

“Durante a semana a gente tem tentado dar ênfase nessas bolas paradas. É um ponto forte que eu tenho nos outros clubes. Graças a Deus eu tive a oportunidade de acertar um belo chute e espero agora que no próximo jogo a oportunidade possa vir e eu possa conseguir fazer mais um belo gol”, finalizou.

São e salvo

O zagueiro Edson Rocha também falou à imprensa após as atividades e não teve como fugir dos acontecimentos pós-jogo. O filho dele de 4 anos foi atingido por uma bomba de efeito moral jogada pela polícia para dispersar torcedores que protestavam contra a arbitragem.

O zagueiro do Naça afirmou que o filho já está bem.

“Meu filho está bem. Sorte que o meu filho quando viu a bomba acender botou a mão no rosto e ficou os estilhaços da bomba na mão dele. Foi um livramento de Deus”, disse.

Apesar de não ter gravidade nas lesões, o trauma com o susto ainda não foi recuperado. “Minha esposa, eu conversei bastante com ela. Ela tá um pouco assustada e não vai comparecer no estádio”, declarou.

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