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Esportes
De cara nova

Nacional se prepara para estrear praticamente um time novo no Barezão

Líder, o Nacional deve estrear boa parte dos reforços já na quarta-feira (14), contra o São Raimundo. 12/09/2016 às 20:27
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Reforços e remanescentes do Nacional já treinam juntos no CT Barbosa Filho. (Foto: Antônio Lima)
Valter Cardoso Manaus-AM

A segunda-feira (12) foi marcada por muita movimentação pelos corredores do CT Barbosa Filho. Muitos jogadores recém chegados do Atlético Acreano caminhavam em meio aos remanescentes do elenco nacionalino. Além deles, outros jogadores que ajustavam os últimos detalhes para oficializar o adeus ao Nacional.

Ao todo quatorze novos jogadores chegaram ao Leão desde a última semana - treze deles vieram do time acreano, assim como o técnico Álvaro Miguéis. A exceção é o goleiro Raphael Barrios, que veio do Moto Clube, justamente a equipe que eliminou o Atlético-AC da Série D. O jogador foi apresentado nesta segunda e se diz pronto para se adaptar ao novo clube o quanto antes para poder assumir a meta do time.

“Eu nunca tinha chegado em uma reformulação assim. Mas eu não creio que haja tanta dificuldade em termos de adaptação e de entrosamento, mesmo porque o goleiro é uma posição coletiva mas individual ao mesmo tempo. A adaptação principal vai ser esse calor aí (risos)”, explicou o bem humorado Raphael Barrios.


Enquanto também se adapta, o novo treinador do Nacional aproveitou a folga do time na rodada do último fim de semana para acompanhar os outros times do campeonato. “Eu assisti todas as equipes jogar, menos o Fast Clube, porque o horário que eles jogaram  nós estávamos treinando. É um campeonato muito forte, com equipes muito boas”, analisou Álvaro Miguéis, novo treinador da equipe.

Novo elenco

Com a chegada dos novos jogadores, grandes nomes que já estavam na equipe foram subtituídos no elenco. Nonato, Leandro Chaves e Malaquias, fazem parte da lista de jogadores que deixam o time, principalmente por motivos financeiros. “Nós propusemos um acordo com esses atletas, uma rescisão. Alguns ainda queriam ficar, a maioria queria ficar, mas não tinha condições por causa do salário. O nosso planejamento, com a desclassificação da Copa Verde, Série D e Copa do Brasil ficou totalmente bagunçado”, justificou Carlos de Souza, diretor de futebol do Nacional.

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