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‘Nacional virou freguês’, afirma presidente do Fast, Rozenha, ansioso pelo clássico do dia 22

Dirigente "põe fogo" no clássico do dia 22 de abril, transferindo o jogo da Colina para a Ulbra e diz que rival sempre perder para o Tricolor 24/03/2015 às 22:40
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Presidente do Fast, Rozenha (esqu.) ao lado do técnico Ney Junior
Anderson Silva Manaus (AM)

Rivalidade é rivalidade! Faltando 28 dias para o clássico Pai e Filho, o presidente Ednailson Rozenha tratou de alfinetar o Nacional e chamou o maior rival de “freguês”.

Segundo o gestor, para manter a “freguesia”, a diretoria decidiu tirar a partida do estádio da Colina para o acanhado estádio da Ulbra.

 “Nós vamos jogar na Ulbra porque lá aterroriza o Nacional. Lá ano passado eles pegaram quatro gols, e ganhar do Nacional é bom e vamos fazer o possível para ganhar. Perderemos um pouco de renda, mas vale a pena porque eles tem medo demais de jogar na Ulbra”, destacou o presidente, lembrando da vitória por 4 a 2.

Para apimentar ainda mais o clima do clássico, Rozenha declarou em que na sua gestão o Nacional teve constantes derrotas. “Perder para o Fast já é normal para eles (Nacional). Se pegar o retrospecto na minha gestão eles são fregueses”, afirmou o dirigente.

De acordo com a pesquisa realizada pelo CRAQUE, desde que Rozenha assumiu a equipe em 2009, o Fast obteve seis vitórias no clássico, com seis empates e cinco derrotas para o Nacional.

Ex-naça chegando

Ontem o Fast anunciou a contratação do atacante Thiago Pereira, 34. O jogador foi o vice-artilheiro da Série B do campeonato mineiro pelo CAP de Uberlândia. Em 2013, o jogador atuou pelo Nacional. Segundo Rozenha, o jogador foi contratado para ser o “homem dos gols de cabeça”.

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