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Nadadora amazonense Daynara de Paula se consagra entre as melhores do mundo

Atleta, única brasileira classificada, ficou em sétimo lugar na disputa dos 50m nado borboleta na Copa do Mundo de Natação em Piscina Curta, em Tókio 30/10/2014 às 10:27
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Nado borboleta é a especialidade da atleta amazonense
Jornal A Crítica ---

A amazonense Daynara de Paula foi a única brasileira a se classificar para uma final no segundo e último dia da etapa de Tóquio da Copa do Mundo de Natação em Piscina Curta (25 metros). Nesta quarta-feira (29), ela participou da disputa de medalha dos 50 metros borboleta e ficou apenas na sétima colocação.

A prova foi completada por Daynara em 26s52. Assim, a amazonense melhorou o seu desempenho em comparação com o das eliminatórias, quando fez 26s65 e avançou na oitava colocação. A marca, porém, não foi suficiente para colocá-la na briga com as principais concorrentes a uma medalha.

A final foi vencida pela holandesa Inge Dekker, com o tempo de 25s18. A britânica Francesca Halsall ficou na segunda colocação, com 25s29, e a australiana Marleke D'Cruz completou o pódio ao marcar o tempo de 26s10.

Nos dois dias de competições em Tóquio, além de Daynara, o Brasil também foi representado por Bruna Primati, Jessica Cavalheiro, Giovanna Diamante, Etiene Medeiros, Giovanny Lima e Priscila Souza. E a única medalha do País foi conquistada por Etiene, na última terça-feira, quando ela ficou na terceira colocação nos 50 metros costas.

Doping

O nadador Evandro Vinícius dos Santos Silva, do Corinthians, foi flagrado em exame antidoping e punido com uma suspensão de dois anos, anunciou ontem a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA). Ele foi medalha de bronze nos 400 metros medley no Troféu José Finkel, em setembro.

Evandro Vinícius testou positivo para duas substâncias proibidas: Metiltestosterona, um esteroide anabolizante, e o diurético Clortalidona. As provas foram coletadas no dia 3 de setembro, durante o Troféu José Finkel, disputado em Guaratinguetá (SP). E os testes foram analisados pelo laboratório canadense INRS (Institut Armand Frappier), credenciado pela Agência Mundial Antidoping (Wada).

Com o resultado das provas, o Painel Controle de Doping da CBDA se reuniu no dia 23, sob o comando do médico Eduardo de Rose, um dos maiores especialistas em doping do Brasil. Mas a punição só foi divulgada nesta quarta porque o nadador pediu prazo até o dia 28 (terça) para apresentar sua defesa, que não alterou a decisão final. Ele recusou análise da amostra B, que poderia confirmar ou contestar os resultados obtidos na primeira prova.

O atleta foi suspenso por dois anos de suspensão, a máxima possível, a partir do dia 14 deste mês.

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