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Neymar, CR7 e Guardiola participam de campanha da Fifa contra o Ebola

Craques do futebol mundial se reunirão em prol do combate a epidemia que assola a África. A entidade máxima do futebol mundial em parceria coma OMS elaborou vídeo com cuidados para evitar a doença  17/11/2014 às 14:35
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Neymar é o único brasileiro na disputa pela Bola de Ouro da Fifa.
Javier Leira/Reuters Manaus (AM)

O brasileiro Neymar, o português Cristiano Ronaldo, o espanhol Xavi e o técnico Pep Guardiola são alguns dos representantes do futebol que participam da campanha da Fifa para ajudar a acabar com o vírus Ebola, que está assolando a África Ocidental.

Sob o tema "Juntos podemos vencer o Ebola", 11 estrelas do futebol exibem 11 mensagens sobre cuidado pessoal para combater a doença, que deixou mais de 5 mil mortos no pior surto já registrado do vírus.

A Fifa publicou nesta segunda-feira (17) em sua página na Internet vídeos com os 11 conselhos, selecionados junto com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

"É muito importante que a informação correta chegue aos atingidos pelo surto do Ebola. Todos esperamos que esta positiva campanha ajude as pessoas a entender melhor sobre o vírus do Ebola e possa reduzir as possibilidades de sua transmissão", disse Neymar, segundo a Fifa.

Serra Leoa, Libéria e Guiné são os países mais afetados, segundo dados da OMS.

"Nós, médicos, nos demos conta da força que tem o futebol em campanhas preventivas e sanitárias ao colocar em prática o programa da Fifa '11 para a Saúde' em 15 países africanos como parte do legado médico da Copa da África do Sul em 2010", disse o médico-chefe da Fifa, Jiri Dvorak.

"Agora procedemos da mesma maneira ao enfrentarmos o vírus do Ebola e apresentamos com a ajuda de astros do futebol, mensagens educativas para evitar a propagação da doença: 'Quando o futebol fala, todo o mundo escuta'", completou.

Na semana passada, a Fifa confirmou que o Marrocos organizará o Mundial de Clubes em dezembro, apesar de o país africano ter descartado realizar a Copa das Nações Africanas por acreditar que milhares de visitantes da África Ocidental podem colocar o país em risco.


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