Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019
Craque

Nível do rio Negro sobe 12 centímetros, mas é considerado normal para o período

Chuvas registradas em Manaus não têm influência direta na cota do rio Negro, que é influenciado pelo comportamento do rio Solimões



1.jpg Valderino Pereira da Silva, que mede a cota do nível do rio Negro, em Manaus
03/01/2012 às 17:11

O rio Negro, em Manaus, subiu 12 centímetros nas últimas 24 horas. Até nesta segunda-feira (02) a média de subida era de 10 a 11 centímetros por dia, segundo Valderino Pereira da Silva, funcionário do Porto de Manaus e responsável pela medição da cota do rio Negro. Nesta terça-feira o nível do rio Negro está em 20,74 metros.

Segundo Valderino, a subida do Negro apresenta um comportamento normal para o período. Ele disse que as chuvas que são registradas nos últimos dias não influenciam diretamente na bacia do rio Negro, já que a cheia na capital recebe impactos de outras calhas, sobretudo a do rio Solimões.



Boletim divulgado na última sexta-feira (30) pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) já indicava que os níveis do rio Negro estão normais para o período.

Chuva

O volume de chuvas registrado nesta segunda-feira (02) em Manaus foi 64.4 milímetros, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A média para janeiro é de 264.2 milímetros.

Para o meteorologista Veríssimo Farias de Assis, há poucas chances de Manaus registrar um volume tão intenso quanto o desta segunda-feira em apenas um dia, mas ele informa que as precipitações vão continuar durante todo o mês.

Historicamente, o mês mais chuvoso em Manaus é março, quando a média é de 335.4 milímetros. Também há registro de volume intenso em abril e maio.

Chuvas acima da média no Amazonas, neste momento, são registradas apenas no interior do Estado, em municípios como Eirunepé, Codajás, Barcelos e São Gabriel de Oliveira.



Mais de Acritica.com

Sobre Portal A Crítica

No Portal A Crítica, você encontra as últimas notícias do Amazonas, colunistas exclusivos, esportes, entretenimento, interior, economia, política, cultura e mais.