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Esportes
Hora do Hulk

No Rio, meninas do Iranduba enfrentam Flamengo pelo mata-mata do Brasileirão

Passados pouco mais de um ano, Guerreiras do Hulk reencontram as rubro-negras em partida decisiva por uma vaga nas semifinais da competição 15/06/2017 às 08:47
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Zagueira Sorriso quer escrever nova história sobre duelo com o Fla (Foto: Denir Simplício)
Denir Simplício Manaus (AM)

Chegou a hora da verdade para nossas Guerreiras. Passado pouco mais de um ano após a eliminação do Hulk no Brasileirão Feminino de 2016, Flamengo e Iranduba voltam a se enfrentar, hoje, às 14h (Manaus), no estádio do CEFAN, no Rio de Janeiro, em fase decisiva da competição nacional.

De forma inédita, as Guerreiras do Hulk chegaram às quartas de final da competição e logo de cara têm pela frente as atuais campeãs brasileiras. Justamente o time que as eliminou na última edição do Brasileirão.

Uma nova história

Quem estava em campo na derrota do Iranduba para o Flamengo (por 3 a 1) em 2016 era a zagueira Sorriso, que quer escrever uma nova história no duelo.

“2016 foi um ano que vamos dizer que estávamos encorporando, dando cara ao time, e esse ano vieram alguns reforços e o time realmente está com o mesmo foco e objetivo. Sabemos que o Flamengo é um time bom, não vai ser fácil, mais cada jogo é um jogo. O que aconteceu ano passado passou, vamos fazer uma nova história, um novo roteiro”, pontuou a zagueira que confia na defesa do Hulk.

Sorriso esteve em campo na derrota do Hulk para o Fla no ano passado (Foto: Denir Simplício)

“Preocupação temos que ter com todas em cada momento. O Flamengo tem boas atacantes, mas estamos bem confiantes na linha de trás”, disse Sorriso que evitou falar em se vingar do Mengo.

“Agora todos jogos terão um sabor especial, mas temos que colocar os pés no chão... não digo que será vingança, mas sim competência”, finalizou.

Ex-Hulks no Mengo

Autora do único gol do Iranduba na derrota por 3 a 1 para o Rubro-Negro no jogo de ida da 2ª fase do Brasileirão de 2016, Nathane hoje veste a camisa do Flamengo. Assim como a goleira Maike, que se ‘mudou’ para a Gávea, a atacante não tem tido muitas chances de jogar e confessa que, apesar do Mengo ter a maior torcida do Brasil, sente falta da torcida do Hulk.

Nathane sente a falta de apoio da torcida no Rio (Foto: Arquivo Pessoal) 

“Infelizmente não temos muito apoio. Não é muito bom essa falta de apoio, principalmente por ser um clube grande como o Flamengo, acho importante, acaba trazendo incentivo pra gente dentro de campo”, disse a artilheira.

Primeira mulher a marcar na Arena da Amazônia, Nathane recorda do confronto de 2016 com pesar. “As lembranças do jogo não foram muito legais. Saímos do Rio com derrota. Fiz o gol, mas não deu muito certo. Infelizmente nossa profissão é assim: uma hora a gente está em um time e do nada vai para outro até mesmo rival”, concluiu.

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