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No xilindró: extraditado para os EUA, Marín se diz inocente das acusações de corrupção na Fifa

Ex-presidente da CBF alegou inocência da acusação de suborno na Justiça norte-americana. Juiz do caso estipulou fiança de 15 milhões de dólares ao cartola brasileiro que tenta prisão domiciliar 03/11/2015 às 18:49
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Marín aceitou ser extraditado para os Estados Unidos.
Reuters Zurique (Suíça)

O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) José Maria Marin foi extraditado para os Estados Unidos nesta terça-feira como parte de uma investigação sobre um escândalo de corrupção na Fifa, informou o Departamento Federal de Justiça e Polícia da Suíça.

O brasileiro foi entregue a dois policiais norte-americanos em Zurique que o acompanharam no voo para Nova York, disse o porta-voz Folco Galli em comunicado.

Marin presidiu a Confederação Brasileira de Futebol de 2012 a abril deste ano e foi o presidente do comitê organizador local da Copa do Mundo de 2014. Ele é um dos sete dirigentes ligados à Fifa que foram presos em maio em um hotel de Zurique, após serem indiciados pelos EUA por acusações de corrupção.

Na semana passada, Marin concordou em ser extraditado aos EUA.


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