Domingo, 21 de Abril de 2019
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Noivo apaixonado por jiu-jitsu decidiu casar de quimono e tudo

O jiu-jitsu está tão presente na vida do casal Cláudio e Emanuelly Vacaro que nem na hora do casório ele ficou de fora


02/06/2018 às 15:33

Casamento é a celebração do amor e que reúne pessoas com alguma ligação sentimental para testemunhar a união de duas vidas. Quando o esporte está presente na vida de um ou do casal, é inevitável que alguma alusão seja feita durante o enlace. No caso de Cláudio e Emanuelly Vacaro, a paixão é o jiu-jitsu e não tinha como uma das paixões do noivo estar na cerimônia. Neste caso, a manifestação de amor ao esporte foi um quimono usado pelo noivo na celebração, algo bem diferente dos trajes sociais usados nesse tipo de cerimônia.

Além da história com o esporte, o outro motivo  para o uso do traje que é vestido em competições, foi o problema com a prova dos ternos. “Uni o útil ao agradável. Fui experimentar um terno e aí não dava. Passava no braço, mas ficava grande na cintura. Os menores não davam no braço e nas costas ficava apertado. Como o nosso casamento foi em cima da hora, não foi programado e o terno não coube falei: 'vai o quimono mesmo'”, conta Cláudio.

A decisão de casar com o quimono foi aprovada pela noiva e  isso que deu a liberdade de Cláudio casar com o traje escolhido, mas a única condição era que ele teria que comprar um novo. No dia da cerimônia, o visual foi aprovado pela noiva, que se derrete ao relembrar a visão de Cláudio vestido com o traje que ele usa para lutar. “Eu fiquei mais assim pelo jeito que ele estava. Não era só pelo quimono. Ele estava tão lindo. Ele queria me mostrar como o quimono ficou antes do  casamento, mas na hora ele todo arrumadinho, com a barba feita teve aquele impacto e me impressionou”, conta a recém-casada, animada, ao lembrar do inesquecível 25 de maio de 2018. 

Emanuelly e Cláudio estão juntos há um ano, porém Cláudio e o jiu-jitsu têm uma união que já dura seis anos.  Antes, o esporte preferido era o futebol, mas uma lesão dificultou a vida nos campos. Foi aí que ele conheceu a arte suave através do primo, João Victor, de 16 anos, uma das promessas do Amazonas no esporte. O encantamento foi tanto que não foi difícil trocar os campos pelos tatames.

“Meu tio falou que estava todo mundo treinando e me incentivou a treinar. Eu gostei e deu super certo. Estou sempre treinando e continuo até hoje”, conta o faixa roxa de jiu-jitsu que treina pela academia OCSJJ Monteiro. 

Ele assume que não é atleta profissional, mas garante que quando entra para competir, alcança bons resultados. Atual campeão amazonense com e sem quimono (NoGi), em 2017 ele foi eleito melhor atleta  da categoria pesado máster faixa roxa  pela Federação de Jiu-Jitsu do Amazonas (FJJAM).

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