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Nova chance: amazonense volta a ser convocada para seleção e mira Mundial das Bahamas

Atleta da equipe Valkyrias de flag (esporte similar ao futebol americano), BÁrbara Cristina, que não pode comparecer à 2ª convocação por falta de apoio financeiro, chegou a pensar que tinha perdido sua chance no time nacional 16/11/2015 às 13:53
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Bárbara Cristina foi convocada para a Seleção Brasileira de Flag e pode disputar o Mundial da categorias nas Bahamas em 2016.
Felipe de Paula Manaus (AM)

Convocado pela terceira vez para compor a Seleção Brasileira de Flag – uma espécie de versão light do futebol americano, a amazonense Bárbara Cristina viaja a Osasco-SP no início de dezembro para se juntar às melhores atletas da modalidade no País na preparação que tem foco no Mundial de 2016, nas Bahamas, ainda sem data definida.

Em maio deste ano, ela foi chamada pela primeira vez para a seleção nacional, depois de brilhar no campeonato brasileiro de 2014 e se consagrar a melhor defensora da competição, ainda que sua equipe, as Valquírias Warriors, tenha ficado apenas na quinta colocação geral, o que valoriza anda mais o feito.

O curioso é que a atleta, que não pode comparecer à segunda convocação por falta de apoio financeiro, chegou a pensar que tinha perdido sua chance no time nacional. “Depois de ter perdido a segunda convocação, eu baixei a cabeça, achei que tinha perdido minha chance de brigar por uma vaga no Mundial”, disse ela, que, sob orientação do treinador, continuou treinando forte.


“Meu técnico conversou comigo, e então eu esperei, continuei treinando forte, postava meus vídeos, eles estavam vendo. Acho que isso contribuiu”, diz ela, que confessa ter se surpreendido com o chamado. “Foi inesperado sim, sempre vai ser. Vou dar o meu melhor, como sempre dei”, disse Bárbara, que falou sobre a meta da seleção no Mundial.

“Nossas pretensões são boas. Algumas meninas que jogaram os outros mundiais não vão poder estar esse ano, mas tem muitas meninas boas, evoluindo, crescendo, treinando forte. Hoje a nossa meta é se classificar entre as dez melhores do mundo. Porque não?”, finalizou a amazonense que já fez história e, ainda bem, quer continuar fazendo.

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