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Novos ramos: Árbitro do UFC mostra que também se arrisca como empresário

Enquanto visitava as instalações do Centro de Treinamento de Alto Rendimento da Amazônia, Mário Yamasaki falou sobre empreendedorismo em entrevista 15/03/2013 às 10:55
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Mário Yamasaki investe em novos mercados
Paulo Ricardo Oliveira ---

Árbitro do UFC, Mário Yamasaki, 48, é literalmente um homem de negócios. Quando não está em ação no octógono, ele administra suas academias e busca novos mercados. Yamasaki esteve nesta quinta-feira (14) em Manaus, quando acertou com a titular da Secretaria de Estado da Juventude Esporte e Lazer (Sejel) Alessandra Campelo uma clínica de arbitragem de MMA e capacitação de atletas. O evento será em abril em local e data ainda a serem definidas pela secretaria. Yamasaki disse nesta quinta-feira (14) que cobra no mínimo R$ 20 mil para ministrar clínica. “Depende da quantidade de pessoas, do objetivo do evento, do conteúdo programático”, detalhou.

Empresário, Yamasaki aproveitou para sondar fornecedores de frutas regionais, a exemplo de camu-camu, açaí e guaraná para suplementação alimentar. “Quero introduzir essas frutas na industria farmacêutica, nos suplementos alimentares, por exemplo da marca Everlast, que vai investir nisso. è um mercado promissor”.

Enquanto visitava as instalações do Centro de Treinamento de Alto Rendimento da Amazônia (CTARA), o árbitro que junta as mãos em formato de um coração quando é anunciado no UFC, deu a seguinte entrevista.   

Manaus não é apenas promissora em lutadores e eventos de MMA...

É verdade. Eu vim aqui ano passado para ser árbitro de um grande evento. Aqui há frutas com grande potencial de nutrientes, e substâncias estimulantes naturais que podem ser usadas, por exemplo, na industria farmacêutica de produção de energéticos, na suplementação alimentar. Vim aqui para observar fornecedores locais de açaí, camu-camu, guaraná. É um mercado em plena expansão.

Qual seu próximo compromisso como árbitro do UFC?

É dia 18 de maio na cidade de Jaraguá do Sul, em Santa Catarina. Não conheço a cidade. Mas será um grande evento, porque tem grande força promocional, com um card atraente.

O Wanderlei Silva disse que sua arbitragem o prejudicou no evento de Minas Gerais, quando ele perdeu para o Rich Franklin?

Quem tem boca fala o que quer. Não vou dar atenção e ficar nessa guerra. Gosto do Wanderlei e acho que ele é um mito ainda em ação no MMA. Mas ele já não compete em alto nível. Meu pensamento é que o atleta deve se aposentar no auge. Você não pode culpar o árbitro pelas derrotas. Regras existem para se cumprir.

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