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Esportes
Último ataque do ‘Tubarão’

O fenômeno Michael Phelps busca renovação em derradeira Olimpíada

Nadador norte-americano é o maior atleta olímpico da história e vê na Rio 2016 a chance de voltar a brilhar nas piscinas. Com incríveis 18 medalhas de ouros, Phelps quer encerrar carreira no alto do pódio nos Jogos do Brasil 10/03/2016 às 13:06
Show michael phelps
Phelps tem 22 medalhas olímpicas e quer encerrar carreira com chave de ouro.
Reprodução/internet Manaus (AM)

Michael Phelps emergiu de um dos períodos mais escuros de sua vida e mergulhou em uma renovação de sua carreira, o que é uma notícia ruim para qualquer pessoa que tente arruinar sua gloriosa despedida olímpica.

O nadador norte-americano, que possui o recorde de 18 medalhas de ouro em Olimpíadas, se aposentou após ganhar quatro medalhas de ouro e duas de prata nos Jogos de Londres, em 2012.

Mesmo lá no fundo, Phelps sabia que não deu seu melhor em 2012 e após atingir seu desempenho mais baixo em 2014, ele voltou a se dedicar, treinando mais duro que nunca, com esperanças de deixar o esporte após a Olimpíada do Rio, aos 31 anos.

"Sou feliz com o que sou, feliz em estar onde estou. Sou feliz com o que faço e me sinto criança novamente", disse Phelps à Reuters no complexo da Under Armour em Baltimore, onde estava realizando uma ação comercial para a marca de artigos esportivos.

"Me sinto mais relaxado do que nunca e mais feliz do que nunca. É o melhor ponto que já estive na minha vida".

Seu casamento iminente com a ex-miss Califórnia Nicole Johnson e a esperada chegada de seu filho enriqueceram o atleta, que apesar de todos os triunfos esteve extremamente incomodado no passado.

"Olho para trás, para 2012, e como me preparava para aquilo, e posso dizer que era uma piada", disse Phelps. "Eu não tinha paixão e não estava com muita vontade. Não tinha motivação. Acho que precisava de um tempo longe de tudo - do esporte, da minha família, meus amigos, todas as partes da minha vida."

Phelps atingiu o fundo em 2014 com sua segunda prisão por dirigir embriagado, que resultou em uma suspensão por seis meses pela associação norte-americana de natação e 45 dias em reabilitação.

Foi uma mudança forte para Phelps, que não bebeu mais desde então.

"Poder sentar e pensar sobre o que queria fazer, onde queria ir. Quem eu sou, de verdade. E poder fazer isso me permitiu viver com mais liberdade, ser mais feliz com quem sou", acrescentou.

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