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O time da Unilever vence Superliga de vôlei com uma bela virada

Em “troco” do ano passado, a equipe de gatas cariocas recolocou as mãos na taça sobre adversário 08/04/2013 às 10:36
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Cariocas conquistaram o título da Superliga pela 8ª vez
acritica.com ---

Não teve atropelo. Mas também, não houve surpresa. Afinal, o time de melhor campanha da Superliga feminina de vôlei conquistou o título. Com uma bela virada - que chegou a parecer impossível -, a Unilever derrotou o Sollys/Nestlé por 3 sets a 2 (parciais de 22-25, 19-25, 25-20, 25-15 e 15-9), neste domingo (07), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Foi o troco da decisão do ano passado, vencida pelo adversário, no Maracanãzinho, no Rio. O resultado recolocou a taça nas mãos do time carioca, que segue como o maior vencedor da competição, agora, com oito conquistas. As paulistas têm cinco.

Durante a semana, o técnico Bernardinho chegou a falar em um possível atropelamento do time de Osasco. Afinal, as adversárias contam com cinco jogadoras campeãs olímpicas em Londres-2012. Quem viu apenas os dois primeiros sets deve ter concordado com o treinador. Mas ele estava errado.

A Unilever mostrou superação, experiência e garra. Conseguiu a virada, com um baile no quarto set. E chegou ao título após terminar a fase de classificação na primeira colocação. Foram apenas duas derrotas na Superliga, todas fora de casa. Já o Sollys teve de amargar o vice-campeonato mesmo favorito. Faltou apenas o título nacional para ter uma temporada perfeita após as conquistas do Mundial, do Sul-Americano e do Campeonato Paulista.

Pedidos de desafio

O curioso da partida foram os pedidos de desafio. O primeiro foi feito pelo Sollys, quando vencia por 11 a 6. Em bola disputada, a arbitragem marcou rede de Sheilla. A marcação foi contestada. Após análise por vídeo, a oposto tinha razão e o ponto voltou. A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) adotou o uso da tecnologia com câmeras para a decisão para a marcação de bolas duvidosas. A artimanha foi usada quatro vezes (uma em cada set, menos no tie-break), três por Osasco e uma pelo Rio de Janeiro. A marcação do juiz só tinha sido equivocada uma vez.

Hora da decisão

No quinto e decisivo set, a equipe carioca se manteve mais calma e soube decidir na hora “h”. Abriu vantagem no começo e fechou em 15 a 9. Que virada! Que festa! Que título!

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