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Operação Copa Verde: veja como os participantes estão se preparando para a disputa

O CRAQUE fez uma análise de todos os clubes que vão disputar a competição que lembra a lendária Copa Norte, dos tempos em que o Amazonas, com o São Raimundo, dominava o Norte do País 31/01/2016 às 15:00
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Dos 18 clubes, três disputam a Série B, que além do Paysandu e Luverdense (MT), agora tem o Vila Nova (GO), campeão da Série C do ano passado, e que entrou para a disputa junto com outra equipe goiana, o Aparecidense
Anderson Silva ---

A terceira edição da Copa Verde promete ser mais acirrada que as últimas edições, tanto pela quantidade de clubes - que neste ano saltou de 16 para 18 – quanto pela qualidade das equipes.

Dos 18 clubes, três disputam a Série B, que além do Paysandu e Luverdense (MT), agora tem o Vila Nova (GO), campeão da Série C do ano passado, e que entrou para a disputa junto com outra equipe goiana, o Aparecidense. Sem esquecer o vice-campeão da competição de 2015, o Clube do Remo, que também subiu para a Série C deste ano, e o próprio Cuiabá, campeão da edição passada, e participante da terceira divisão - todos prometem dar muito trabalho na disputa do torneio.

A competição fica completa com as equipes que disputaram a quarta divisão: Nacional, Náutico-RR, Rio Branco-AC, Aparecidense-GO, Comercial-MS, Gama-DF e Santos-AP, além de Fast e Brasília-DF (os dois sem divisão), e o rebaixado da Série C, Águia de Marabá (PA).

Próximo de iniciar a disputa, o CRAQUE fez uma análise de todos os clubes que vão disputar a competição que lembra a lendária Copa Norte, dos tempos em que o Amazonas, com o São Raimundo, dominava o Norte do País. Bons tempos...

Os amazonenses

Um velho conhecido da competição está de volta. Participante desde o surgimento da disputa, o Nacional novamente vai com as expectativas renovadas. O Leão da Vila, que nas últimas duas vezes foi eliminado na segunda fase para os times paraenses – Remo e Paysandu – vai novamente para a disputa com um time reformulado. Apenas cinco jogadores da temporada passada (Charles, Railson, Haylan, Tiago Verçosa e Wanderley) ficaram no clube, que contratou o técnico Heriberto da Cunha e trouxe 20 novos jogadores que disputaram as séries D e C do Brasileiro.

Apesar das vitórias no amistoso preparatório realizado contra o São Raimundo-PA, por 2 a 0, e outra contra o Penarol, em que o Naça venceu pelo mesmo placar, muita coisa ainda precisa melhorar.

O Nacional inicia a disputa da competição no dia 09 de março contra o Santos (AP) na casa do adversário. O segundo jogo deverá ocorrer na Arena da Amazônia, no dia 16 do mesmo mês.

Fast Clube contra dois paraenses

Debutante na competição, o Fast Clube está distante do cenário nacional desde a Copa do Brasil de 2011. De volta a uma disputa fora do Amazonas, a equipe começa no torneio na fase preliminar contra o Águia de Marabá, no dia 6 de fevereiro. O jogo da volta na cidade de Marabá (distante a 440 quilômetros de Manaus) está marcado para o dia 16, no estádio Zinho de Oliveira. Se passar pelo adversário, o Tricolor terá outro representante do Pará, o Paysandu.

Sem recursos financeiros, o Tricolor vai disputar a competição com a maior parte dos jogadores da base do clube campeão da Copa Norte Sub-20 e Copa Amazonas do ano passado. Chegam para somar com o grupo o lateral Pelezinho (ex-Iranduba), Yan (ex-Tocantinopolis), Serginho Duarte e Geraldo (ex-Náutico-PE).

Remo, Papão e Águia

Adversário do Fast, o Águia de Marabá iniciou os trabalhos para a temporada 2016 no dia 5 de deste mês. Rebaixado para a Série D de 2016, o time do interior do Pará manteve uma base e contratou uma nova safra de jogadores para o Paraense.

Remo

Carrasco de Nacional e Princesa nas duas edições da Copa Verde, o Clube do Remo vem com tudo, depois do acesso para a Série C. Uma das armas é o meia Eduardo Ramos, que virou ídolo. O time tem ainda outro conhecido, Léo Paraíba (ex-Princesa). PaysanduO bicolor paraense é um dos candidatos ao título. O clube manteve mais de 90% do plantel que disputou a Série B de 2015 e o técnico Dado Cavalcanti.

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