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Operário e Fast fazem o duelo da redenção, nesta terça-feira (17), às 20h, no Carlos Zamith

Ambos os times vieram de derrota no Campeonato após terem iniciado bem o Campeonato Amazonense; a tônica da preleção dos dois técnicos foi a garra com que os jogadores devem entrar em campo 17/03/2015 às 15:08
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Operário e o Tricolo duelam nesta terça-feira (17) no Barezão
Felipe de Paula Manaus (AM)

Vontade. Esta foi a tônica da preleção feita pelos técnicos e Fast e Operário, que se enfrentam hoje, às 20h, no estádio Carlos Zamith, Coroado, Zona Leste de Manaus. Tanto Ney Júnior, comandante do Rolo Compressor, quanto Carlos Tozzi, treinador do Sapão da Terra Preta, admitiram em conversa com a reportagem que faltou garra por parte de suas equipes na última partida de suas equipes e prometeram que o hoje será diferente.

Após vencer suas duas primeiras partidas (4 a 1 no Iranduba e 3 a 0 no Manaus FC), marcando sete gols em dois jogos, o Fast perdeu para o Nacional Borbense, em Manaus, por 2 a 0, em partida em que o celebrado ataque fastiano foi praticamente anulado pelo sitema defensivo do Camaleão de Borba. Para a partida contra o Operário, Ney Júnior promete outra postura de seu time.

“No último jogo, o Nacional Borbense impôs um ritmo bom, achou o gol e saiu com o resultado. Os jogadores sabem que não deram tudo que poderiam ter dado. “Agora é entrar focado na partida, com mais intensidade, mais vontade”, disse o o treinador do Fast, que aposta na posse de bola como fator de domínio da partida.

O Rolo Compressor tem a vantagem de ter tido mais de uma semana para trabalhar, já que o jogo da terceira rodada contrao o Princesa do Solimões, marcado inicialmente para o dia 11 de março, foi adiado em virtude da participação do time de Manacapuru na Copa Verde, o que é visto como um ponto positivo para o técnico Ney Júnior.

“Com certeza quanto mais trabalhamos, mas temos resultado. Tivemos mais tempo para trabalhar e esperamos ter resultado nesse jogo”, declarou o treinador, que fez mistério sobre a escalação do time para o jogo de hoje, mas garantiu que todos os jogadores estão aptos para a partida.

Para não ter seu ataque anulado novamente, Ney Júnior trabalhou muita movimentação durante a semana e disse que deve tirar o foco principal dos dois maiores destaques do time, os meias Rosenbrick e Michell Parintins. “O Fast Club não tem só Rosenbrick e Michell. São dois jogadores de muita qualidade, mas tem todo o grupo”, declarou.

De patinho a zebra?

Já o “patinho feio” Operário, como definiu seu treinador antes da estreia no campeonato, chamou atenção ao fazer frente com os dois times de maior orçamento do campeonato (empate em 2 a 2 com Princesa e derrota por 3 a 2 para o Nacional) nas duas primeiras rodadas, mas foi derrotado por São Raimundo (2 a 0) e Penarol (3 a 1) nos últimos jogos. “Amanhã vamos entrar com muita vontade, muita garra. Faltou isso no último jogo. conversamos muito essa semana. Nossa postura vai mudar totalmente”, garantiu Carlos Tozzi.

Para recuperar a confiança e ir em busca da primeira vitória na competição, o técnico do Operário deve fazer uma série de modificações na equipe. Na zaga, promove a entrada de Wallace no lugar de Elton. Na lateral-direita, usará Clemilton, que até então atuava como volante, mas que tem na função de lateral uma posição cativa, já que jogou durante anos como ala direito. “Me sinto à vontade em jogar (na lateral)”, disse Clemilon. Neto Cabeção, entregue ao departamento médico, deve ser substituído no meio por Elton, mas, praticamente recuperado, é opção para o banco do Sapão.

O Operário também não conta com o artilheiro Jonas, que foi expulso na partida contra o Penarol, e cumpre suspensão. Para o lugar dele, o treinador vai escalar o centroavante Robenilson “Imperador”.

 

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