Quinta-feira, 18 de Julho de 2019
Efeito retardado

Oswaldo de Oliveira é demitido do comando do Corinthians

Treinador deixa o Timão depois de nove meses à frente do clube; presidente do Alvinegro do Parque bancou a contratação do técnico mesmo contra a opinião de torcida e parte da diretoria



esporte-oswaldo-corinthians-20161014-001.jpeg Oswaldo não conseguiu levar o Corinthians para a Libertadores e nomes de Luxemburgo e Guto Ferreira estão entre os cotados para assumir o cargo (foto: reprodução)
15/12/2016 às 12:42

Demorou, mas caiu! Oswaldo de Oliveira não é mais treinador do Corinthians. O anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (15), pela diretoria alvinegra após reunião. O técnico deixa o clube depois de fracassar na tentativa de levar o Timão a disputa da Libertadores 2017. Nomes como o de Vanderley Luxemburgo, que está sem clube, e Guto Ferreira, que comanda o Bahia, estão entre os cotados para assumir a vaga.

Foram nove meses à frente do Corinthians, onde Oswaldo de Oliveira em momento algum foi unanimidade. Bancado pelo presidente Roberto de Andrade, o técnico tinha a desconfiança da Fiel torcida corintiana e vivia à sombra do ídolo Tite.

A gota d'água para a demissão do treinador veio na última rodada do Brasileirão, quando o Corinthians foi derrotado pelo Cruzeiro, por 3 a 2, ficando de fora da Taça Libertadores da América.

Roberto de Andrade explicou a demissão de Oswaldo de Oliveira durante coletiva de imprensa no início da tarde desta quinta. "Tivemos uma reunião ontem, onde conversamos bastante, hoje de manha terminamos a conversa e decidimos não dar continuidade a seu trabalho. Futebol às vezes prega algumas surpresas na gente, mas vamos seguir", disse o presidente corintiano.

Andrade fez a "mea culpa" sobre a contratação de Oswaldo. "Erro sempre existe. Ninguém tem 100% de acerto. Se você pegar uma média dos últimos anos do Corinthians, temos mais acertos que erros. Mas agora temos que ver como vai ficar a estrutura do futebol quando definirmos o treinador", ponderou.

Novo técnico

"A ideia é de que o próximo treinador não fique por dois meses, mas por cinco, dez anos. Mas para isso acontecer tem que ter resultado", disse Andrade em relação a longevidade do futuro treinador do Timão, se esquivando de falar em nomes abertamente.

"Não quero falar de nome nenhum, de estar declinando esse ou aquele. Todos os treinadores neste momento se credenciam, sem exceção, todos. Vai sair da nossa conversa, da disponibilidade das pessoas...Não quero falar em nome todos estão credenciados", disse o mandatário, apontando o perfil dos candidatos à vaga.

"Não sabemos, de repente alguém está com contrato acabando ou quer sair. Muito vago ainda. É perfil de vencedor, todos se credenciam. Agora vamos ver a manifestação das pessoas nos procurando, é normal, às vezes até treinador liga", concluiu.

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