Domingo, 25 de Agosto de 2019
COPA AMÉRICA

Para Tite, Messi é 'extraterrestre' e vitória suada valoriza chegada à final

O técnico da seleção brasileira, Tite, se mostrou feliz com a classificação para a final da Copa América ao vencer a Argentina por 2 a 0 em Belo Horizonte



gfgfdgdfgfd_52F40B6D-A218-4367-8E2D-3CE2C0989468.jpg Foto: Cristiane Mattos/REUTERS
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03/07/2019 às 09:41

O técnico da seleção brasileira, Tite, se mostrou feliz com a classificação para a final da Copa América ao vencer a Argentina por 2 a 0 em Belo Horizonte, mas admitiu que a equipe foi colocada em apuros pelo craque Lionel Messi.

"Vencer um jogo assim valoriza a chegada na final. Valoriza um grande jogo, duas equipes com recursos técnicos impressionantes. Falei com Scaloni. Messi é extraterrestre. É excepcional", disse o treinador, que destacou algumas ações individuais do atacante do Barcelona.

"Ele merece essa reverência. Eu quero diminuir as ações de um cara assim. Você mexe um pouco a estrutura. Você traz o Firmino para trás para diminuir as ações dele. Diminuímos as ações do Messi e exploramos a velocidade pelo lado", explicou na coletiva de imprensa após o jogo.

Tite admitiu que isso fez com que ficassem com uma menor posse de bola. "Mas é um passo para chegar à final", considerou.

O treinador destacou a força mental do lateral Daniel Alves, fundamental na criação de jogadas no ataque, e o trabalho que ele fez de recuperação, com uma inspiração que o Brasil tenha chegado ao nível que teve neste jogo.

Considerou que "uma grande equipe é feita com cabeça. O corpo só responde aquilo que estiver mentalmente forte. Pressão, adversários, cobranças, rivalidade entre eles. O atleta tem que estar muito forte". 

"Chego com muita tranquilidade, sabendo que é uma exposição muito grande. Mas com muita paz, de fazer o trabalho, de seguir na mesma forma, preparação, pedindo para os atletas buscarem recuperação", afirmou.

Disse que a Argentina "foi muito consistente em função da marcação agressiva, que era o de tomar a bola (durante um passe brasileiro) o de fazer falta técnica para impedir uma jogada de velocidade".

Considerou que o jogo foi parelho, já que em uma partida com duas seleções tão grandes "não se pode dominar o tempo todo".

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