Segunda-feira, 18 de Novembro de 2019
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Pediu arrego: encarcerado há 5 meses, Marín aceita extradição para os Estados Unidos

Ex-presidente da CBF teria pedido à Justiça da Suíça pela remoção. Preso desde maio em Zurique, ele está envolvido em escândalos de corrupção na alta cúpula da Fifa



1.jpg Marín aceitou ser extraditado para os Estados Unidos.
28/10/2015 às 14:49

O ex-presidente da CBF José Maria Marin concordou em ser extraditado para os Estados Unidos como parte de uma investigação sobre um escândalo de corrupção na Fifa, informou a Justiça Federal suíça nesta quarta-feira (28).

Marin foi um dos sete dirigentes com ligações com a Fifa que foram presos em maio deste ano em um hotel de Zurique, após serem indiciados pelos EUA por acusações de corrupção.



O brasileiro é acusado de receber propinas milionárias em relação a contratos de direitos de marketing esportivo e vinha lutando até o momento contra a extradição.

Marin presidiu a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de 2012 a abril deste ano e foi o presidente do comitê organizador local da Copa do Mundo de 2014. Procurada, a CBF disse que não iria se pronunciar de imediato sobre a extradição.

Assim como Marin, o ex-vice-presidente da Fifa Jeffrey Webb também concordou em ser extraditado aos Estados Unidos. Cinco outros ex-dirigentes continuam se opondo à extradição aos EUA, informou a Justiça Federal suíça.


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