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Pediu arrego: encarcerado há 5 meses, Marín aceita extradição para os Estados Unidos

Ex-presidente da CBF teria pedido à Justiça da Suíça pela remoção. Preso desde maio em Zurique, ele está envolvido em escândalos de corrupção na alta cúpula da Fifa 28/10/2015 às 14:49
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Marín aceitou ser extraditado para os Estados Unidos.
Reuters Zurique (Suíça)

O ex-presidente da CBF José Maria Marin concordou em ser extraditado para os Estados Unidos como parte de uma investigação sobre um escândalo de corrupção na Fifa, informou a Justiça Federal suíça nesta quarta-feira (28).

Marin foi um dos sete dirigentes com ligações com a Fifa que foram presos em maio deste ano em um hotel de Zurique, após serem indiciados pelos EUA por acusações de corrupção.

O brasileiro é acusado de receber propinas milionárias em relação a contratos de direitos de marketing esportivo e vinha lutando até o momento contra a extradição.

Marin presidiu a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de 2012 a abril deste ano e foi o presidente do comitê organizador local da Copa do Mundo de 2014. Procurada, a CBF disse que não iria se pronunciar de imediato sobre a extradição.

Assim como Marin, o ex-vice-presidente da Fifa Jeffrey Webb também concordou em ser extraditado aos Estados Unidos. Cinco outros ex-dirigentes continuam se opondo à extradição aos EUA, informou a Justiça Federal suíça.

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