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‘Precisamos manter a mesma forma’, disse o técnico do Papão sobre jogo contra o Nacional

Dado Cavalcanti, conversou com o CRAQUE. Além da partida decisiva, o treinador falou sobre o campeonato paraense e a participação na Série B 21/03/2015 às 18:46
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Dado Cavalcanti, técnico do Paysandu
Anderson Silva Manaus

O Paysandu não vai encontrar facilidades como foi no primeiro jogo, em que a equipe paraense venceu o Nacional por 4 a 1, pela partida de ida da Copa Verde. Ciente do novo desafio, agora dentro do estádio da Colina, o técnico Papão, Dado Cavalcanti, conversou com o CRAQUE. Além da partida decisiva, o treinador falou sobre o campeonato paraense e a participação na Série B.

O jogo passou da Arena da Amazônia para a Colina, estádio mais acanhando, o que muda para o Paysandu?
Não muda muita coisa. O campo da Colina é muito bom, assim como é a Arena, mas o jogo é decidido dentro de campo e não fora. A torcida vai estar mais próxima, porém o jogo vai ser disputado da mesma forma no campo de jogo.

Como vem o Paysandu para o jogo em Manaus, com o regulamento “embaixo do braço” ou vai partir pra cima?
O regulamento fica guardado. A gente só vai usar o regulamento se for necessário, acho que é a forma mais certa que se deve encarar esse jogo. É começar a partida do zero a zero, e se for necessário a utilização do regulamento, será apenas no final da partida.

Acompanhou o novo perfil de jogo do Nacional?
O Nacional, até pela característica do novo treinador, muda um pouco a forma de jogar. Então precisamos se moldar a nova forma de jogar do Nacional.

O Aderbal Lana é um profundo conhecedor do futebol. Conhece a história do treinador?
Conheço pouco. O Aderbal tem uma rica história, principalmente na Região Norte. É experiente e rodado e tem vários títulos conquistados e não é à toa que, quando um ou outro treinador sai, ele sempre é lembrado por algumas equipes do Norte do País.

O Paysandu também vai mudar a forma de jogar, em relação ao primeiro jogo?
Acho que isso é o de menos. Precisamos manter a mesma forma, competitividade de jogar e encarar a partida com muita seriedade. Como falei, a partida começa no zero a zero.

Depois do jogo contra o Nacional, foram mais dois jogos (Castanhal e Águia Negra), a equipe já está da forma que você quer?
Ainda não. Falta um pouco, acho que precisamos evoluir ainda. É lógico que me deixa satisfeito o resultado dos jogos, a forma competitiva que a equipe vem encarando esses desafios, mas nós temos muito a evoluir.

O empate na Copa do Brasil em que o time estava vencendo o Águia Negra-MS e acabou cedendo o empate de alguma forma pode atrapalhar para o jogo contra o Nacional?
Não, nenhuma. Não deixa de ser uma vantagem que nós conquistamos fora de casa (2 a 2), empatamos com gol e uma vitória simples nos dá a classificação.

Teme dificuldades para esta partida contra o Naça, mais do que no primeiro jogo?
Sim. Até porque vamos jogar no campo do adversário com o adversário tentando buscar um resultado, tirar o resultado que foi construído, então talvez teremos muito mais força do adversário e um pouco mais de dificuldades.

Em relação ao Campeonato Paraense, o time ficou de fora das finais. Tá certo que você não era o comandante, mas o que fazer para não repetir a situação da primeira fase?
A gente já está bem encaminhado, principalmente pela postura de ser competitivo e é manter essa força, disposição e vencer as partidas. Só dependemos das nossas custas para chegar às finais.

Falando em Série B, o torcedor pode ficar tranquilo que o clube vai fazer um bom Brasileiro sem correr risco de descer novamente?
 
Temos muito tempo daqui pra lá. O foco é todo no Estadual, na Copa Verde, iniciamos agora na Copa do Brasil tem muita água para passar debaixo da ponte e precisamos fazer a avaliação do grupo para aí sim montar uma equipe forte para a Série B.

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