Terça-feira, 21 de Janeiro de 2020
Craque

Primeira impressão: CRAQUE mostra como os aeroportos do RJ preparam-se pras Olimpíadas

A série Operação Rio 2016 mostra como o Rio se prepara para receber os visitantes e atletas durante os Jogos Olímpicos



1.jpg Aeroporto do Galeão será a principal entrada para o Rio de Janeiro
07/12/2015 às 15:01

A porta de entrada de uma cidade grande, para a imensa maioria dos viajantes, é o aeroporto. No caso do Rio de Janeiro, cidade que recebe um número grande de turistas e que vai sediar em 2016 os Jogos Olímpicos, tudo está sendo pensado para que o turista possa ter a melhor impressão possível da Cidade Maravilhosa, logo na chegada.

Na segunda reportagem da série “Operação Rio 2016”, o CRAQUE mostra como estão ficando as obras do Aeroporto  Internacional Tom Jobim – o Galeão -, que passa por reformas estruturais para melhor receber os visitantes no ano que vem.



Galeão

O segundo maior aeroporto internacional do Brasil, localizado na Ilha do Governador, no bairro do Galeão, foi batizado com o nome do compositor Antônio Carlos Jobim, morto  em 1994 e co-autor de um dos maiores sucessos da história da música brasileira, com a sua “Garota de Ipanema”. Com capacidade para receber mais de 15 milhões de passageiros por ano, o local recebe obras de modernização desde 2010, primeiramente, para a Copa do Mundo.

Para as Olimpíadas, o aeroporto vai ganhar um novo píer e a conclusão do edifício garagem. “Neste final de 2015 vamos entregar o edifício garagem com sete pavimentos chegando há sete mil vagas. Até abril (de 2016) estaremos com o novo píer que vai abrigar 26 pontos de embarques. Para os jogos Olímpicos e os grandes eventos não vamos ter nenhuma dificuldade de abrigar as aeronaves extras, jato particulares e voos extras de linhas aéreas. Estaremos preparados”, declarou Marcelo Varella, diretor de desenvolvimento estratégico da RIOgaleão.


A concessionária, RIOgaleão, que cuida do aeroporto é formado pelas empresas Odebrecht TransPort e Changi Airports International, com ações da Infraero, e está investindo mais de R$ 2 bilhões em obras de infraestrutura.

O montante é satisfatório para que o aeroporto evolua ainda mais. “É um aeroporto que foi destaque no período da Copa e recebeu todos os voos extras para a final da Copa do Mundo. Vamos entregar um terminal preparado. Estamos em contato direto com a Rio 2016 e já fizemos todas as simulações pra que o Galeão possa receber os 11 mil atletas, 45 mil voluntários, 25 mil profissionais de mídia. Ainda temos os jogos Paralímpicos que exige muito mais dedicação, personificação no atendimento”, disse.

O Santos Dumont

Outro aeroporto no Rio de Janeiro é o  Santos Dumont, que  está localizado no Centro, bem próximo dos principais pontos visitados pelos turistas. O aeroporto também possui uma ótima vista para o Pão de Açúcar, um dos mais belos cartões postais cariocas. Atualmente o terminal opera na “ponte aérea” Rio-São Paulo e com voos nacionais, tendo a capacidade para receber 10 milhões de passageiros por ano.

Já o Tom Jobim, a 20 quilômetros da cidade, com todo o aporte e reforma, possui algumas dificuldades que deixam os passageiros impacientes, principalmente quanto ao trânsito para chegar à região central do Rio. “Na chegada ao Galeão já vimos à dificuldade de se pegar um táxi; demora. São coisas que não ajudam o passageiro... mas é fácil de resolver. Têm pessoas que preferem pegar um voo para o Santos Dumont para não passarem pelas linhas amarelas e vermelha (consideradas de risco)”, destacou o diretor de Vendas da American Airlines no Brasil, Dilson Verçosa.

Opções para o viajante


Para sair do Galeão, o viajante conta com três opções de transportes. A primeira é o ônibus. A linha 2018 (Aeroporto Internacional /Alvorada (Via orla da Zona Sul), padrão executivo, é uma das alternativas mais econômicas para quem quer sair do Galeão. Conhecido como “frescões”, o itinerário liga o Aeroporto a diversos pontos do Rio de Janeiro. A linha passa pela rodoviária Novo Rio e segue até a orla da Zona Sul, onde ficam boa parte dos hotéis da cidade.A viagem chega a durar 30 minutos. A tarifa é de R$ 14,65.

Outra opção é o Táxi. Mais prática para os viajantes, a corrida de Táxi até a zona central da cidade poderá custar R$ 50. Além dos táxis comuns, há os especiais que fornecem um serviço de custo mais alto.

Uma novidade é o BRT. O corredor expresso de ônibus tem uma linha específica do Aeroporto à Barra da Tijuca (Terminal de ônibus Alvorada), passando pela estação de metrô na Zona Norte. Do local, o passageiro tem a opção ir há vários pontos do Centro e Zona Sul. O serviço custa R$ 3 e funciona 24h.

O Jornalista viajou a convite do “Rio de Janeiro Como Destino”


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