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Primeiro Festival Aquático ‘100 anos do 1° BIS’ acontece neste domingo em Manaus

Evento, que será realizado na Ponta Negra, a partir das 7h, reunirá civis e militares e, também, pais e filhos atletas 05/09/2015 às 17:24
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Eduarda Córdova começou a competir incentivada pelo pai
Camila Leonel Manaus

Às 7h, na praia da Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, será dada a largada para o 1° Festival Aquático 100 anos do 1° BIS. O festival reunirá maratona aquática – de 1,5 e 3 quilômetros - aquatlo infantil – prova de natação e corrida- e prova de stand up paddle, o Sup. O festival faz parte da programação comemorativa do centenário do 1° Batalhão de Infantaria de Selva, fundado em fevereiro de 1915. A estimativa é que 250 pessoas “cairão” nas águas do rio Negro neste domingo.

Além das provas comemorativas, o festival terá a 2° etapa do Campeonato Amazonense de Sup, que reunirá aproximadamente 30 atletas nas categorias profissional, iniciantes e 14 pés, no masculino e feminino.

Na prova de aquatlo, crianças de oito a 13 anos, divididas em três categorias, farão provas de natação e corrida na areia. A categoria de oito a nove anos nadarão 150 metros e correrão 400 metros; de dez a 11, serão 300m de natação e 600m de corrida e, na categoria 12 a 13 anos, serão 300m de natação e 800m de corrida.

Uma das participantes do aquatlo será Eduarda Córdova, de dez anos. Esta será a primeira vez que ela participará de uma competição de aquatlo na praia. Das outras duas vezes que disputou provas deste tipo, ela nadou em piscina e correu em pistas. Mesmo sendo a sua estreia na praia, ela diz que fez uma preparação para a prova de hoje.

“Eu estou treinando. É um pouco complicado nadar no rio porque a gente não vê o fundo. Na piscina a gente consegue ver o fundo. E correr na rua também é mais fácil do que na areia porque a areia é pesada”, explicou Eduarda.


Torcedor
Na torcida por Eduarda estará o paizão Alcides Córdova. Ele, que foi o maior incentivador para que Eduarda começasse a nadar há um ano, também irá competir, mas na maratona aquática de 1,5 quilômetros.

“É bem bacana ter um pouco dessa vivência, mas a gente fica mais nervoso por ela do que por fazer a prova, mas o nervosismo não é com o rio Negro. É por ver que ela vai dar o melhor dela e a gente tem vontade de ajudar. Mas, mesmo com esse nervosismo que bate, sei que ela está se divertindo”, disse o pai que é triatleta.

Triatleta
Na maratona de três quilômetros, outro triatleta participará da competição de natação, porém para o tenente Luis Nogueira, que é militar, o exercício faz parte do dia-a-dia da sua vida militar.

“O militar geralmente gosta de atividade física, ainda mais quando é uma atividade que tem a sociedade envolvida. É importante participar de competições porque às vezes ele fica só correndo do batalhão e é bom fazer uma atividade diferente e divulgar as atividades do batalhão”, disse.

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