Publicidade
Esportes
Craque

Princesa do Solimões apresenta suas armas para a final do Amazonense contra o Nacional

O CRAQUE destaca as principais armas do time de Manacapuru para o jogo: o atacante Léo Paraíba, o zagueiro artilheiro Gilson e o experiente Nando, que entrou muito bem no jogo de ida 19/06/2015 às 19:03
Show 1
Léo Paraíba é um dos principais nomes do Princesa para a final
Felipe de Paula Manaus (AM)

Maior força do futebol do interior do Amazonas na atualidade, o Princesa do Solimões quer ser o dono da bola no estado e derrotar o maior vencedor do Campeonato Amazonense, o Nacional Clube, no primeiro ano de Barezão na Era pós-Copa do Mundo.

Para isso, o técnico mantém segredo sobre o time que entra jogando hoje, na Arena da Amazônia. O CRAQUE, que nesta sexta-feira (18) analisou as possibilidades de composição do time nas mãos do técnico Zé Marco, hoje destaca as principais armas do time de Manacapuru para o jogo. Vamos a elas:

Léo Paraíba

Tido como craque do time de Manacapuru, Léo Paraíba ocupava o lugar oposto no ano passado, quando, jogando pelo Nacional, foi um dos nomes da final do Amazonense de 2014, quando fez dois gols e ajudou o Leão a reverter grande vantagem imposta pelo Princesa no jogo de ida.

No Tubarão, o atacante de 26 anos tem oito gols na temporada. Recuado à função de meio-campo, tem oscilando de desempenho nas partidas, mas já provou mais de uma vez que costuma crescer em momentos decisivos, a exemplo da semifinal diante do Fast Clube.

Embora às vezes prefira cavar falta e até mesmo apostar na jogada individual em detrimento do jogo coletivo - egoísmo inaceitável para a função de um meia -, Léo é perigossímo no quesito finalização, coloca a bola na área em escanteios e faltas como poucos e tem invejável capacidade de entrega em campo.

Gilson

Com números de artilheiro e moral de capitão, o zagueiro Gilson é o ponto de equilíbrio da defesa do Tubarão e também uma ótima opção para as jogadas aéreas de bola parada no ataque. Aos 29 anos, usa de sua experiência para encurtar as distâncias e  se posicionar bem tanto na defesa quanto no ataque.

Tem cinco gols na competição, todos de cabeça. O mais alto da defesa, Gilson é um dos homens que pode impedir a subida dos jogadores do Nacional, mais altos que os do Princesa em média. 

Nando

Mesmo não atuando como titular em quase toda a temporada, Nando, que já viveu altos e baixos na carreira, luta pelo quinto título de campeão amazonense da carreira.

Habilidoso, pode abrir espaço com um drible na defesa nacionalina, para a qual deu trabalho quando entrou no segundo tempo do primeiro jogo da final. Anti-herói da final do passado, o jogador de 36 anos quer se redimir e finalizar a carreira como herói da primeira final de Amazonense na Arena da Amazônia.

Publicidade
Publicidade