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Princesa do Solimões e Operário fazem o primeiro clássico do Amazonense nesta quarta-feira

A partida acontecerá no estádio Carlos Zamith, às 20h. O confronto marca a estreia dos times de Manacapuru no EStadual 25/02/2015 às 16:32
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Carlos Tozzi técnico do Operário
Felipe de Paula Manaus

Princesa do Solimões e Operário entram em campo nesta quarta, no estádio Carlos Zamith, às 20h, na estreia dos dois times de Manacapuru no Campeonato Amazonense de 2015. De um lado, o Tubarão vice-campeão estadual em 2014, campeão em 2013 e vindo de uma contundente classificação na Copa Verde contra o São Raimundo de Roraima. Do outro, o Sapão da Terra Preta, campeão da Série B do Campeonato Amazonense no ano passado, mas que ainda figura como azarão no torneio da Série A.

Consciente do favoritismo do rival, o técnico do Operário, Carlos Tozzi, prefere deixar todo o peso da responsabilidade nas costas do adversário. “Nós somos o patinho feio, eles são o Tubarão”, diz ele, em referência ao mascote do Princesa. “A responsabilidade é toda deles”, disse, afirmando que o time está tranquilo para o primeiro desafio no Barezão. “Queremos é surpreender os caras”, declarou Tozzi.


Zé Marcos, técnico do Princesa, quer mais

Do lado do Princesa, floresce a confiança advinda da classificado contra o São Raimundo-RR, com certo conforto, na Copa Verde, embora o time não tenha agradado ao técnico Zé Marco, em especial no primeiro tempo da partida de volta, em Manaus. Contudo, o time trabalha para corrigir os erros. As maiores preocupações do treinador são os erros de passe na saída de bola e o volume de jogo ainda inconsistente.

“Tem que errar menos a saída de bola, porque se nós perdemos a bola, o adversário nos pega exposto. Nosso time está agudo: ataca e defende. Precisamos de mais posse de bola e volume de jogo”, declarou, admitindo a possibilidade de mudança para o time que deve entrar em campo hoje.

Uma das armas mais perigosas para o Princesa neste jogo deve ser a bola parada. Com 1,90m de altura e dois gols pelo Tubarão (um contra o Manaus FC, em amistoso, e outro no último jogo, contra o São Raimundo), o zagueiro Gilson acredita que pode marcar mais uma vez na partida de amanhã contra o Operário.

“A gente trabalha para isso. Pensa primeiro em defender bem, não tomar gol mas sempre que vamos pra área, a gente procura marcar pra ajudar a equipe”, diz ele.

Por outro lado, o Operário não vem desprevenido e confia na experiência de um jogador que já esteve do lado de lá: assim como o Alberto, Neto e Toró, Clemilton tem passagem pelo Princesa do Solimões, onde aliás, foi revelado, natural que é do município de Manacapuru. Para o jogador, que voltou à posição original de volante (antes atuava na lateral direita) sob o comando de Carlos Tozzi, o adversário “não é um bicho-de-sete-cabeças”. “Acreditamos que podemos começar bem contra o Princesa”, disse, confiante.

Gilbertão, longos três meses
O jogo entre Princesa e Operário será realizado no estádio Ismael Benigno, a Colina, Zona Oeste de Manaus embora ambos os times sejam de Mancapuru. A questão é que o estádio Gilberto Mestrinho, o Gilbertão, fechou para uma reforma de três meses, que agora, quase um ano depois, ainda não tem data certa para ser entregue.

Segundo a titular da Secretaria de Estado de Infraestrutura do Amazonas, Valdívia Alencar, a obra, cujo projeto inicial de reforma, que de acordo com a secretária, é de autoria da Secretaria de Estado de Junvetude, Esporte e Lazer (Sejel), foi parcialmente interrompida após a Seinfra ter tomado conta, por meio de fiscalização, que o projeto inicial era incompleto e carecia de aditivos para que fossem feitas drenagem do campo, saídas de emergência, iluminação adequada, além de outros detalhes técnicos.

“Já falei com o governador, ele já autorizou (o aditivo). Estamos apenas esperando o recurso ser liberado pela Sefaz. Se sair em fevereiro ou março acreditamos que até junho teremos o estádio pronto”, disse a secretária.

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